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O novo Governo já se encontra em funções, depois de conquistar uma maioria absoluta conferida pelos portugueses, redobrando as expetativas perante o eficiente trabalho desenvolvido pelo último executivo, em condições especiais, pelo que se espera que a nova equipa governativa seja capaz de dar resposta aos desafios de recuperação económica e social que temos pela frente.

Sendo a receita exigente, a mestria dos atuais protagonistas tranquiliza o país, no sentido em que a experiência política e o capital técnico dos nossos governantes atuais é um garante de que a ambição portuguesa continuará a crescer.

A nossa região sai reforçada neste episódio eleitoral, com a eleição de novos e reconhecidos deputados, contando agora Penafiel, Paredes e Felgueiras com representantes do Partido Socialista, que se juntam a Lousada e Amarante, já representados, e ao assento parlamentar consistente dos municípios que integram a AMP, para redimensionar a voz da região no quadro parlamentar, garantindo que as nossas reivindicações serão salvaguardadas.

O momento é inquietante pelas movimentações e repetidos acontecimentos de guerra na Ucrânia, que fazem transportar maiores dificuldades e incertezas para o resto do mundo. As dinâmicas sociais e económicas prosseguem inconstantes e com perspetivas ainda difíceis de enquadrar.

Será, por essa razão, importante a estabilidade que o voto dos portugueses transmitiu no último ato eleitoral, possibilitando uma gestão sem solavancos nem sujeita às intempéries políticas, resultantes dos movimentos internos partidários.

Portugal está, assim, preparado para enfrentar com confiança os obstáculos que vão surgindo, numa postura de cooperação com as vítimas da guerra que tem sido de assinalar.

Num esforço conjunto entre municípios, instituições e governo, o acolhimento de cidadãos ucranianos tem-se revelado eficaz e bem organizado, funcionando de forma integrada e demonstrando a solidariedade de todos os portugueses, o que resulta, até ao momento, na aceitação de 31 543 pedidos de proteção temporária aceites, segundo os dados do SEF.

Gestos que assumem ainda maior relevância com a partida da missão militar portuguesa para a Roménia, num compromisso de dissuasão e defesa do território da NATO, que merece o aplauso de todos nós, na certeza do seu sucesso.

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