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O ser humano facilmente fica descontente, indignado e revoltado com alguma coisa. Na verdade, também é uma maneira de evoluirmos, se para tal contribuirmos, pacificamente. Mas será que é isso que ocorre?

Somos muito bons a queixarmo-nos, a apontar o dedo, a exigir que os outros mudem….mas a maioria de nós faz sempre o mesmo (erro) e da mesma maneira!

Faça um pequeno exercício: de quantas coisas se queixou na semana passada? Quantas delas têm sido repetidas ao longo do tempo? Mas quantas vezes fez ou reagiu de forma diferente?

Queixamo-nos do calor, dizendo mal da geração anterior que negligenciou as questões ambientais, apesar dos dados científicos já existentes. Contudo, ficamos extremamente confortáveis com os avanços tecnológicos conseguidos e não temos coragem em diminuir o consumismo instalado… mas somos muito ambientalistas!

Muitos criticam e até estão legitmamente preocupados com o bem-estar dos animais, natureza, idosos, etc, mas avançar para fazerem voluntariado num qualquer setor é que não é com eles.

Outra situação muito comum é o ser humano perante os outros, o exterior, ter que manter uma imagem de “felicidade”, de super educação e simpatia, etc, quando entre as “quatro paredes” de casa o cenário pode, por vezes, ser bem diferente…e aí, queremos é que o outro mude!


“Outra situação muito comum é o ser humano perante os outros, o exterior, ter que manter uma imagem de ‘felicidade’, de super educação e simpatia, etc, quando entre as ‘quatro paredes’ de casa o cenário pode, por vezes, ser bem diferente…”


Finalmente, referir o fenómeno das redes sociais, onde parece que só por se estar por de trás de um pc, se pode escrever tudo o que nos passa pela cabeça, sem qualquer filtro, destilando toda o “veneno” mediante qualquer publicação, frequentemente falsa!

Todas as emoções nos são úteis se direcionadas positivamente! O ódio para com um comportamento absurdo, injusto e não ético (e não para com a pessoa), a raiva se bem direcionada leva-nos a superar obstáculos e a ter coragem de agir em sintonia com a nossa consciência.

Infelizmente, aquilo que ocorre na maioria das vezes é que a emoção, que deveria levar-nos a um “movimento”, a uma ação que conduzisse a mais paz e plenitude, fica muita vezes estagnada! Quanta raiva, ódio, etc, simplesmente ficou estagnado em si? Quanto medo levou a jamais ter coragem de experimentar coisas novas? Quantas boas emoções, de ajuda, perdão, amor, etc, ficaram igualmente paralisadas em si?

Que tipo de emoções o “sufocam”? Todo esse “bolo emocional” leva-o a colocar quantas máscaras sociais, nas mais diversas facetas da sua vida? Família, trabalho, lazer, redes sociais, etc?

Claro que tudo tem uma solução! Precisamos de mais ação do que intenção. E dentro da ação necessitamos daquela que é plena, pacífica, justa e ética para com todos os seres.

Mas, nem o Coaching faz “magias” ou “milagres!” Não sai da primeira Sessão de Coaching completamente ”alinhado”, coerente e congruente, entre o que sente, pensa, diz, e faz e mais pleno e pacífico com tudo e com todos! Mas há sempre um caminho para quem tem vontade de caminhar! Desafie-se!

Através da Prática do Coaching “descubra-se” a si próprio. Pacifique-se com o seu passado e haja sempre em sintonia com os seus valores. Torne-se num ativista pessoal com impacto positivo na sociedade. Revolte-se positivamente mas contribua para um mundo melhor, nem que esse mundo seja a sua “mente” a sua casa, ou o planeta. Mas faça acontecer!

Não perca o próximo artigo de “Coaching…para quê?”. Leia mais artigos na página de opinião do IMEDIATO.

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