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Não podemos ficar indiferentes ao que se passa no mundo. A empatia e a compaixão são características intrínsecas do ser humano (mais ou menos ativadas) em relação ao outro Ser que sofre.

Independentemente das questões geopolíticas, estratégias militares e interesses obscuros, ver o ser humano infligir conscientemente sofrimento e morte a outros seres humanos é algo “difícil” de digerir.  A comunicação social esqueceu tudo o resto e, ao meramente fornecer informação (isenta e credível!) nos noticiários, tornou o cenário de guerra numa telenovela em direto para todos visualizarem o próximo ataque bélico!

A violência é parte inerente a todos os animais, incluindo o humano e, graças a isso este sobreviveu. A capacidade de autoconhecimento, consciência da morte, reflexão sobre os seus atos e consequência destes, assim como uma sensibilidade crescente ao nível ético em comparação com os outros animais, permitiu-lhe criar um conjunto de convenções, tratados, documentos legais, etc, no sentido de criminalizar atos violentos, excetuando a legítima defesa.

Apesar disso, a violência faz parte de nós, assim como o amor e é explorada nas artes como por exemplo na indústria cinematográfica. Qualquer bom filme vai destacar a violência (dos bons contra os maus!) ou o Amor e melhor ainda a combinação dos dois. Reparar que a violência do bom contra o mau é perfeitamente aceite, não deixando de ser, frequentemente, um ato excessivo para tornar o inimigo inativo. Promove-se a violência como ato plausível, sem se procurar outras opções!

Desde cedo, as nossas crianças e jovens têm acesso a inúmeros atos violentos, quer pelos jogos, filmes, etc, criando-lhe uma realidade alternativa com possíveis efeitos emocionais, atitudinais e comportamentais. É fundamental desde cedo uma educação para a paz, baseada na empatia e compaixão por todos os Seres!

Mas, o que passa agora na televisão 24h sobre 24h é real! Provavelmente há famílias reunidas às refeições a ver em direto! Temos “liberdade para ser” aquilo que desejamos e proporcionar aos outros ambientes de desenvolvimento, reflexão e aprendizagem para eles se consciencializarem de quem são, promovendo a paz interna/externa!

Algumas questões podem ser refletidas:

  • Qual a sua dependência por notícias “negativas”?
  • De que forma pacifica o seu Ser?
  • Qual o último ato em que conscientemente pazeou?
  • Que momentos de reflexão tem com seus descendentes?
  • A prática da meditação é usual?
  • Pratica algum tipo de voluntariado?

Através da Prática do Coaching adquira a liberdade para ser o que deseja.

Não perca o próximo artigo de “Coaching…para quê?”. Leia mais artigos na página de opinião do IMEDIATO.

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