Autor: Guerra/ Milho / Sanções / preço / guerra / pandemia / Natal / Bola de Ouro / Santo / Feira / Marcelo / Vazio / Presidente / Farda / Messi / Vacina / Férias / Europeu, "criança"; "Fraude" "Jogo" "Liberdade"; "Juízes", "Política sem vergonha","Presságio, A vitória da frustração", "País doente"

E pronto! Chegamos à corrida pelo “milho” e é vê-los numa corrida desenfreada a pegar um avião com destino a Kiev para entrar na bicha pela conquista daquele elemento essencial à “alimentação” de alguns governantes predispostos a ajudar o país produtor em grande e em conflito com outro grande produtor mas que de momento apenas fornece pólvora, coisa que não mata a fome a ninguém mas enriquece muito gabirú.

A convite, como convém, lá aceitam eles viajar para ver in loco a desgraça que se estende por toda a parte daquela região e fazerem de conta que tal gesto entra na contabilidade da, Solidariedade, para com o país ocupado e violentado, e assim evitar ficar de fora para que quando chegada a hora também tenhamos direito a participar na reconstrução tijolo a tijolo e para que não nos falte o outro cereal com que se faz o pão e a ração.

Os governantes que se prezam não deixam os “créditos” por cofres alheios, e aí vão eles a voar até ao local da “divisão do toucinho” dos crimes bárbaros que caem do ar e se espalham por terra. A face de tais governantes fica salvaguardada e ninguém pode reclamar que Portugal esteve ausente do maior conflito da geração actual, que só faz guerras em plataformas virtuais.

Descobrimos que afinal o país tem Orçamento quanto baste para dar e vender material de todo o tipo em auxílio dos aflitos absorvedores de bens, que estão longe dos que sobrevivem junto à nossa porta e dormem junto ao contentor do lixo e muita sucata, com salário indigente e até mesmo sem tostão furado e dentro de casa a cair aos bocados.

Mas o país precisa de milho como de pão para a boca, e outros Poderosos precisam de garantir que não lhes falte o “milho dourado” para que as suas vidas não percam brilho, e por isso viajam, em primeira, até Kiev uns atrás de outros. Estratégias.

Portugal, país generoso e histórico a tratar bem os “camones” descobre pipas de massa para ofertar ao povo em fuga da terra que os viu nascer, e até armamento embora velho  como o são as G3, uma metralhadora do meu tempo “colonial que de nada me valeu” por terras africanas e nem à chegada sequer foi merecedora de um, obrigado, nem perguntado se tinha casa e família onde regressar dinheiro para viajar para a terra de onde partiu com fome. Tudo “em forma de assim“, e pelos Serviços prestados e em embaraços envolvido”.

É este o Portugal esplendoroso que alguns registam na sua memória e no seu conceito de país da Igualdade e da Justiça. “Glória a tal país que se espera não continue a esfarelar-se ao sol, e deixe de ser apenas um sítio…”!

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