Portugueses
Fotografia: Direitos Reservados

A maioria dos portugueses valorizam agora mais os abraços, beijos e afetos do que antes da pandemia. De acordo com um estudo realizado em oito países europeus, os portugueses são mesmo os que mais passaram a valorizar manifestações de afeto.

Como já não é novidade, desde março do ano passado que a pandemia obrigou todos a mudarem os seus hábitos e rotinas. O que antes era normal, como viajar, dar um abraço ou mesmo um beijo, é agora um dos momentos “mais ansiados e desejados”.

Segundo estudo da Free Now, empresa de multi mobilidade, seis em cada dez portugueses valorizam mais os abraços, beijos e afetos do que antes da pandemia.

“Os portugueses são realmente um povo de afetos e este estudo vem comprovar isso mesmo. Vivemos tempos muito conturbados que nos colocou a todos à prova, tanto a nível pessoal como profissional, e os portugueses não baixaram os braços e manifestaram uma grande onda de solidariedade e entreajuda”, refere Sérgio Pereira, General Manager da empresa.

Visitar família, refeições sem restrições: os outros desejos dos portugueses

Além dos afetos, visitar os familiares mais idosos, ir a um restaurante e fazer uma viagem espontânea são outros desejos para o pós pandemia.

De acordo com o estudo, 23% dos portugueses afirmam que querem encontrar os familiares seniores, que estiveram impedidos de visitar durante a pandemia, sem receios e medos de transmissão do vírus. Já 16% anseiam desfrutar de uma refeição num restaurante “em pleno”, sem restrições, e 11% sonha em fazer uma viagem espontânea.

Os hábitos mais presentes no dia-a-dia em pandemia são ver televisão (52%), cozinhar (38%) e manter contacto com pessoas online (36%).

No caso de ver séries ou filmes em casa passou a ser uma forma de passar o tempo para a maioria dos portugueses (52%), enquanto que 41% afirma que manteve a mesma frequência. No entanto, cozinhar e falar com familiares e amigos online mantiveram-se inalterados para a maioria dos portugueses, 52% e 53%, respetivamente.

Em relação à forma como se passaram a movimentar na cidade, 27% passou a preferir andar a pé. No entanto, Portugal é o país da Europa em que esta opção teve menos adesão, aponta ainda o estudo da Free Now.

Artigo editado por Ricardo Rodrigues

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