Autor: Poema / Guerra/ Milho / Sanções / preço / guerra / pandemia / Natal / Bola de Ouro / Santo / Feira / Marcelo / Vazio / Presidente / Farda / Messi / Vacina / Férias / Europeu, "criança"; "Fraude" "Jogo" "Liberdade"; "Juízes", "Política sem vergonha","Presságio, A vitória da frustração", "País doente"

Quem não permite a Libertação dos refugiados, mulheres e crianças, que se encontram retidos na velha e destruída siderurgia ucraniana, cercada a sete chaves e uns tantos mísseis russos, são os efectivos militares de aço armados, fuzileiros de elite ao que se sabe, ali escondidos, com braço explosivo e dedo no gatilho, que os usa como escudo para se protegerem enquantos os tiverem debaixo de olho e bem junto deles de modo a impedir que os russos ataquem em qualquer momento aquelas instalações à prova de fogo para os fazer sair da toca.

Os russos por várias vezes já abriram “corredores de fuga e de salvação para tais retidos”, mas o denominado Batalhão Azov não os deixa sair daquela abominável situação, por ordem do “chefe actor e comediante-manipulador”, a quem eles servem usando-os como escudo e moeda de troca, e assim pretendem garantir a sua saída em conjunto ou misturados com tais reféns, coisa que os malandros russos não vão em tal “táctica” mesmo que disfarçados de franciscanos que ao pescoço penduram não um “Terço” mas uma quantidade maior de armas mais ou menos ortodoxas.

O que espanta ainda é que o PR deste pobre país, sem eira nem beira e pouca terra para abrir valas, apoia um Exército neo-nazi cercado, “zelenskiano, sem comida nem água para distribuir mas muita má fé e sabe-se lá que mais ali dentro ao fim deste tempo todo rodeados de mulheres com ou sem filhotes, o que faz dele, o PR, luso vermelho e verde, a que juntou amarelo e azul, um membro apoiante de tal Força escravizadora e a brincar às escondidas com tais crianças desesperadas e a pedirem apenas um pouco de sol e de pão, deixando-os vir ao “recreio” para sentirem a Liberdade e o sabor da água fresca, com o carinho da família que chora junto a eles e agarrados ao peito que sangra naquele cativeiro há alguns meses.

Há aqui qualquer coisa grave que não bate certo e que parece que ninguém ousa abordar, escalpelizar se for esse o caso a frio e sem nacionalismos e posicionamentos políticos mais convenientes e mais submissos! “Coragem portugueses que só nos falta maior visão para chegar lá, ao “teatro de operações e outras americanices pró-Nato”, com intuitos malvados por detrás da cortina, que fumo e fogo já há que sobra e vitima inocentes”!

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