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Humberto Brito, presidente da Câmara Municipal de Paços de Ferreira, acompanhado do executivo, de Miguel Costa, presidente da Assembleia Municipal e de Constantino Barros, presidente da Junta de Freguesia de Paços de Ferreira, lançou esta sexta-feira, a primeira pedra da construção do novo viaduto sobre o Rio Carvalhosa.

Segundo o autarca, esta é “uma obra emblemática” para o concelho que “representa esse ponto de ligação entre o passado e o futuro de uma Câmara Municipal que foi capaz de se recuperar financeiramente e que tem hoje capacidade financeira de assumir uma parte significativa desta obra”. “No fundo é o nosso concelho que se ergue das dificuldades e que ganha agora uma nova força, uma nova dinâmica, e isso foi possível através do trabalho muito aturado, muito precioso, muito complexo e difícil que o Joaquim Sousa teve ao longos destes últimos anos, de forma que hoje possamos ter esta recuperação”, frisou o autarca, dando nota de que vai propor ao Executivo Municipal a atribuição do nome, ao viaduto, de “Ponte Joaquim Sousa”, uma homenagem ao atual Vereador com o pelouro das Finanças da Câmara Municipal de Paços de Ferreira.

A obra, que ficará entre a zona envolvente ao rio Carvalhosa e a Escola EB 2/3 de Paços de Ferreira, representa um investimento de 1,6 milhões de euros e deverá estar concluída em 2024. Surge no âmbito de uma reprogramação à candidatura da operação NORTE-04-2316-FEDER-000409, inserida no Plano de Ação de Regeneração Urbana (PARU), cuja finalidade de investimento foca-se na adoção de medidas destinadas a melhorar o ambiente urbano, a revitalizar as cidades, recuperar e descontaminar zonas industriais abandonadas, incluindo zonas de reconversão, a reduzir a poluição do ar e a promover medidas de redução de ruído.

Esta operação irá contribuir para a capacitação de espaços verdes urbanos no concelho de Paços de Ferreira, potenciando novas vivências urbanas e permitindo articular, simultaneamente, o núcleo urbano de Coquêda com o de Meixomil.

Vai ainda melhorar a ligação e a integração do Parque Urbano da Quinta dos Brandões com o rio da Carvalhosa (zona ribeirinha), permitindo articular o complexo escolar e a zona do Cemitério Municipal com o tecido urbano envolvente, através da melhoria das suas condições de acessibilidade (ligações às ruas António Campos, Nova de Sistelo e Queirós Ribeiro), e Rua dos Bombeiros Voluntários de Paços de Ferreira, com especial destaque para a rede de mobilidade suave (pedonal e ciclável), promovendo a interligação e qualificação urbana e dotando o espaço das necessárias condições à convivência e fruição por parte da população residente.

Segundo Humberto Brito, o projeto agora lançado tem um prazo de execução de dez meses. “Temos até 31 de dezembro para fechar o quadro comunitário em vigor, o Portugal 2020, porque, entretanto, já está em vigor o 2030 e por isso não é uma questão de querer ou não querer”, concluiu o autarca.

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