Dois minutos para os direitos humanos: Ucrânia
Fotografia: Direitos Reservados
  1.  Ucrânia

A invasão da Rússia à Ucrânia tem sido marcada por ataques indiscriminados a áreas civis e infraestruturas protegidas. Um desses casos verifica-se em Izium, cidade que tem sido bombardeada sem cessar pelas forças russas. Os civis que nela resistem estão cada vez mais perto de um desastre humanitário e enfrentam uma escassez crescente de comida e água, enquanto permanecem escondidos nas suas caves, sem eletricidade ou comunicações.

  1. Rússia

Alexei Navalny, líder da oposição russa e prisioneiro de consciência, foi condenado a nove anos de prisão no passado dia 22 de março. A Amnistia Internacional considera que esta é uma condenação pela sua crítica explícita ao regime de Vladimir Putin e pelo seu ativismo político pacífico, sendo politicamente motivada. Em tribunal, Navalny falou da invasão à Ucrânia, arriscando-se a acusações adicionais às que já pendiam sobre ele.

  1. Portugal

A Amnistia Internacional – Portugal reiterou o seu apelo pela paz, pela proteção dos civis e pelo fim da invasão da Rússia à Ucrânia, numa manifestação frente à Embaixada da Rússia, a 19 de março. Naquele que era também o Dia do Pai, a organização pediu ainda o reencontro, tão breve quanto possível, de todas as famílias separadas pela guerra. Centenas de pessoas juntaram-se a esta demonstração pacífica e solidária.

  1. Israel/TPO

Michael Lynk, relator especial da ONU sobre os Direitos Humanos nos Territórios Palestinianos Ocupados – TPO, apresentou um relatório ao Conselho dos Direitos Humanos, definindo a situação que se vive nos TPO como apartheid. O relatório detalha como Israel estabeleceu um sistema de opressão racial contra os palestinianos, com a perpetração de violações de direitos humanos. A Amnistia Internacional já tinha emitido um relatório com esta conclusão em fevereiro de 2022.

  1. Zimbabué

O ataque das autoridades policiais a Godfrey Karembera, apoiante do partido da oposição “Coligação de Cidadãos pela Mudança”, é um lembrete aterrador da história do país no que concerne ao uso ilegal da força e à brutalidade levada a cabo pela polícia em período de eleições. De acordo com Muleya Mwananyanda, subdiretora para a África Austral da Amnistia Internacional, este ataque destina-se a “intimidar os apoiantes da oposição política no país”.

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Imagem: Amnistia Internacional

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