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Entramos em 2022 com renovadas ambições e com a certeza de que o primeiro mês do ano será decisivo para o futuro do país.

Depois de interrompido um período de recuperação económica e social de Portugal, por meros caprichos políticos, que se seguiu ao esforçado e conjunto combate com todos os portugueses à pandemia que assolou o mundo, chegou a hora de cada um de nós se manifestar e dizer que rumo quer para o país.

A escolha, por muito complexa que pareça, acaba por ser simples. O Partido Socialista parte para as próximas eleições legislativas com um legado de 6 anos na governação que fala por si e, por essa razão, permite clarificar o que podemos contar de um governo liderado por António Costa. Do outro lado, temos uma esquerda em que não sabemos exatamente para o que vai e uma direita embrulhada nas divisões internas, a querer agarrar-se ao poder, possibilitando a ascensão de extremismos que são claros para o que vêm.

Perante este cenário, o voto dos portugueses, mais do que nunca, é indispensável e terá de ser o mais responsável possível. Precisamos da estabilidade necessária para que o país não se encontre à mercê de espasmos políticos e para que prossiga com o caminho que todos (cá dentro e lá fora) reconhecem como muito positivo e surpreendente.

Os dados são inequívocos: nos últimos anos, Portugal cresceu e os portugueses, mesmo perante as dificuldades, viram sinais de grande esperança. Os salários aumentaram, em particular o salário mínimo que subiu 40%, e o rendimento global das famílias atingiu um crescimento de 25%. A austeridade deixou de fazer parte do seu dia-a-dia, virando a página para um período de incentivo às empresas e às famílias. Devolveu-se o emprego e criou-se condições para estimular diversos setores, como a habitação, a saúde e os transportes, precisamente no momento em que os desafios são cada vez maiores e em que as exigências de mobilidade e de resposta sanitária são essenciais.

Estas conquistas foram fruto de uma governação consolidada, com base num programa político que mereceu a aprovação dos portugueses, numa vontade que não teve continuidade nos restantes partidos. Cabe-nos, agora, a missão de mostrarmos o que verdadeiramente queremos para Portugal.

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