Coaching…para quê? - Saber Viver

Com agosto a chegar ao fim, terminam as férias para a grande maioria da população. Será que o entusiasmo pelo trabalho foi renovado durante esse período de descanso? Ou regressou a “memória” do Stress que o trabalho provoca? Que emoções surgem quando se pensa no trabalho?

Uma parte considerável da nossa vida é dedicada ao trabalho. O que “lá” acontece tem um elevado impacto no nosso bem-estar pessoal e familiar! Isso significa que ele pode ser fonte de alegria, conhecimento, cooperação ou fonte de angústia, (di)stress, competição,… Seria interessante que autoavaliasse a sua atividade profissional em termos de realização profissional, espírito de equipa, salário emocional e monetário, progressão na carreira, participação ativa na resolução dos problemas, autonomia, gestão do tempo para a família, descriminação, assédio (moral e sexual), etc. Decorrente dessa avaliação que fez deveria poder tomar decisões. Ou continuar na “organização” a que pertence buscando a excelência no trabalho ou, no limite, pensar em alternativas e, eventualmente solicitar a intervenção do ACT (autoridade das condições de trabalho). Porventura se a avaliação que fez se situa a “meio” da tabela tem tendência a deixar-se “arrastar” no tempo, na esperança que a sua organização evolua. Mas esta só vai evoluir se a gestão de topo tiver “visão” do futuro.  Estamos no séc. XXI e qualquer organização que se preze e queira perdurar no futuro deverá ter consciência que o Capital Humano é por excelência o “motor” de qualquer empresa. Quando a gestão de topo, partilhar esta visão, tudo fará para que os trabalhadores se sintam felizes no seu trabalho. Trabalhadores felizes além de serem mais eficientes (logo geram mais lucros), vestem a “camisola” da empresa e igualmente tudo fazem para a sustentabilidade da organização.

Através da Prática do Coaching Organizacional, a gestão de topo poderá trabalhar uma liderança eficaz, gestão de conflitos, espírito colaborativo, inteligência emocional, excelência no trabalho, etc,  onde os sonhos dos trabalhadores se relacionam com o Sonho da organização.

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