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Recentemente foi comemorado o Dia Internacional do Estudante. Ser Estudante, para além de ser um ato pessoal, difere de país para país, consoante o seu nível de desenvolvimento económico e social, cultura, regime político, religioso e mesmo das condições geográficas e climáticas. Desse modo, o acesso à educação implica esforços muito distintos dos diferentes países. Vivemos num mundo desigual em direitos, liberdades, garantias e oportunidades. Se muitos, neste campo ainda não evoluíram por inúmeras causas, outros, infelizmente, estão a ser destruídos em direto, pondo em causa toda a funcionalidade de um país!

O sucesso do sistema educativo não pode ser avaliado meramente pelo número de alunos que concretizam um qualquer nível académico ou pelas elevadas avaliações nas respetivas disciplinas, num qualquer estabelecimento de ensino (público ou privado)! Quantos alunos concluíram o seu percurso académico desfasados da sua vocação, meramente por pressão de familiares ou amigos? Quantos alunos não aguentaram a pressão e competição no ensino e se “perderam”? Quantos alunos focados apenas no sucesso se tornaram seres emocionalmente desequilibrados? Quantos alunos com sucesso mas infelizes este sistema produziu?

Ser estudante não é fácil e isso transparece de forma inequívoca, na pouca satisfação em estudar por parte de muitos dos nossos alunos! Afinal, a curiosidade, como motor de aprendizagem, foi apagada, e infelizmente isso começa logo pelos encarregados de educação! Depois, os “saberes” lecionandos não estão em sintonia com a curiosidade intrínseca dos alunos, dada a sua abstração e “aparente” inutilidade! O “sistema” não soube criar essa curiosidade! Por outro lado, os problemas da sociedade refletem-se nos ambientes social e escolar, traduzindo-se em situações de bullying e violência. A modernização da escola, não passa apenas por instalações apropriadas ou laboratórios apetrechados, mas também pelas práticas de ensino/aprendizagem em sintonia com as mais profundas teorias de aprendizagem e conhecimentos do “funcionamento” do Ser humano.

Não chegam documentos legais, tratados, estudos científicos excelentes no papel quando falha toda uma aplicação! Claro que só professores felizes no trabalho irão proporcionar ambientes inclusivos, acolhedores, promovendo a curiosidade, o pensamento crítico, a criatividade e as aprendizagens significativas. Afinal, que Ser estudante não seja competir meramente por uma avaliação, mas sim tornar-se num ser “completo”, com conhecimentos, habilidades e atitudes/valores para se realizar profissionalmente, em sintonia com a sua vocação, ao serviço da humanidade e do progresso desta.

Através da Prática do Coaching Educacional o estudante pode redescobrir a sua vocação, o seu entusiamo para aprender a aprender, aprender a fazer e principalmente a aprender a Ser, mais feliz.

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