Autor: Farda / Messi / Vacina / Férias / Europeu, "criança"; "Fraude" "Jogo" "Liberdade"; "Juízes", "Política sem vergonha","Presságio, A vitória da frustração", "País doente"

Anda por aí um tal de “Vice-Almirante” devidamente fardado, como quem está no campo de batalha camuflado e sem fazer grande ruído a combater um “bicho de sete cabeças” chamado de Covid 19, e reclama de vez em quando, de acordo com o insucesso obtido no combate, de que as mortes, que é a quem interessa dar luta, se deve à falta de meios, principalmente de vacinas ou de vacinação a quem não se chega à frente para a levar a tempo e horas.

Constata-se porém que desde que tais vacinas, excepto aquelas de países que não dão boas contrapartidas, chegaram em número suficiente (que ele nega) para a população ligeira que dela precisa sem urgência “de passo de corrida”.

Acontece que desde que apelam e apelaram às pessoas mais renitentes ou negacionistas em as tomar, vem o número de mortos a aumentar desmesuradamente por todo o país. O defeito deve estar em algum lado e não deve ser por causa do contrato do Ronaldo com um clube qualquer ou à sua medida que não lhe dá o que ele quer para ele chutar a bola, assim que o jeito lhe chegue à boca da baliza ou em forma de bazuca.

O Governo palrador, e a ver sucesso quase em tudo que toca, tenta meter mentira no povo que vai chegando, e mesmo sabendo que está em offside, vai-lhe dando esperanças que estamos à beira de dar goleada ao vírus que se defende e ataca com toda a força e até se reforça com “variantes” que se ajustam logo ao terreno. Resultado. O número de mortos vem aumentando depois de ter atingido o mínimo nestes últimos meses antes da dose dupla, “jogos e minutos adicionais” e as equipas não sofrem mexidas para fechar mais e melhor os elementos ou activos  que compõem as equipas da Saúde em esforço continuado e já pouco animado de chegar a resultado mais animador.

O “Presidente da Res-pública”, esse continua a dar palpites e tácticas chochas entre a camada jovem e a mais velha, e a tirar selfies com toda a populaça de rua e hospitalar por onde passe, sempre com um sorriso apalermado e discurso patético repetitivo.

Assim sabemos que se nada for alterado, o ritmo do “jogo” vai continuar até que o resultado final se vire contra nós mesmo estando a jogar em casa, pois que é dele no fundamental e também de nós que resistimos à sua mediocridade das posições em campo que ele manda tomar. Sim, porque é ele o “mister” que dá ordens a tudo e a todos. Que não haja dúvidas. Ele que não se ponha de fora, que do cartão amarelo alaranjado não se livra ou esgueira, como é seu costume, lá por “onde a Terra acaba e o grande  Mal começa”!

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1 comment

  1. Caro Senhor Joaquim Moura.
    O Senhor é livre de tomar ou não tomar a vacina contra o vírus COVID 19.
    É um direito seu, tal como também pode, por opção sua, andar debaixo de chuva torrencial com o guarda chuva fechado debaixo do braço.
    Ninguém tem nada a ver com isso.
    Agora, tal como quem quer ser vacinado, respeita a opinião daqueles que são contra, deveria ter também respeito por aqueles que se querem proteger e assim também proteger os outros.
    O direito de quere ou não querer, é o mesmo.
    Penso que a sua tentativa de desacreditar o excelente trabalho que tem vindo a ser levado a cabo pela equipe denominada “Task-force”, e perante os resultados obtidos e a gratidão da população portuguesa que está vacinada e já se viu protegida do vírus, o deixa a falar sozinho e com os seus botões.

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