Mercadona
Fotografia: Mercadona

A Mercadona iniciou um teste laboratorial nos seus processos logísticos com a incorporação na sua frota de um novo modelo de camião 100% elétrico. Em parecria com os fornecedores Scania, Acotral, Frigicoll e ThermoKing, a rede de supermercados almeja reduzir o seu impacto ambiental e “reforçar o seu compromisso para com os objetivos do Pacto Verde Europeu.

“O novo veículo sem emissões de Gases com Efeito de Estufa (GEE) durante o transporte traz consequências positivas para a proteção e conservação do meio ambiente. Além disso, este novo motor contribui para melhorar a qualidade do ar das cidades, ao eliminar igualmente os gases mais prejudiciais para a saúde das pessoas, como, por exemplo, aqueles que geram partículas menores (PM) a 10 mícrones e Óxido de Nitrogénio (NOx)”, relata um comunicado da Mercadona.

Além do impacto a nível de emissões, este novo veículo contribui para uma redução da “contaminação acústica”, com uma diminuição muito relevante do ruído emitido devido ao motor e design do veículo.

“Dotado de um motor Scania de 300 kWh, o novo camião é multitemperatura, dispõe de um motor elétrico alimentado por bateria de iões de lítio com uma autonomia máxima de 220 km e de um tempo de carregamento completo a 230 kW em corrente contínua de 90 minutos. Durante o período de testes, que será realizado com uma unidade já incorporada na frota da Acotral, a Mercadona prevê otimizar os processos de carregamento, que realizará num dos cais do seu bloco logístico de Ciempozuelos (Madrid), com o objetivo de aproveitar ao máximo os tempos de descanso dos condutores e os horários de carga de mercadorias”, indica a cadeia de supermercados com lojas em Paços de Ferreira e Penafiel.

“Este novo projeto de transporte urbano com motores 100% elétricos e livres de emissões de GEE, Partículas e NOx reitera o compromisso que a Mercadona e os seus fornecedores logísticos têm com o transporte sustentável e a convivência com os vizinhos. Há vários anos que a empresa aposta não só em transportar mais com menos recursos e otimizar cada rota, como também em reduzir ao máximo o impacto da sua atividade com iniciativas como a que está a testar atualmente, totalmente alinhada com os objetivos ambientais estabelecidos pela Europa”, lê-se ainda.

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