Autor: pandemia / Natal / Bola de Ouro / Santo / Feira / Marcelo / Vazio / Presidente / Farda / Messi / Vacina / Férias / Europeu, "criança"; "Fraude" "Jogo" "Liberdade"; "Juízes", "Política sem vergonha","Presságio, A vitória da frustração", "País doente"

Até que enfim! Finalmente! A feira da balbúrdia e do desencadear da bagunça parece ter que se por a andar para novas paragens, outras corridas, que não deixa saudades  aos habitantes do burgo se vêm livres e voltam a poder sair e entrar às suas habitações, já desimpedidas dos entupidores de portas e garagens.

Já lhes é permitido o regresso à vida normal, ao seu quotidiano limpo sem ofensas nem agravos e aos demais incómodos que os alegados “comissários municipais e feirantes provocam dentro da cidade pouco maravilhosa e sem ruído para lá das tantas e confusões levadas a cabo pelos que não observam regras nenhumas, principalmente as de estacionamento, que o fazem ilegalmente nos terrenos  alheios porque privados, transformando qualquer espaço em parque de estacionamento com arrogância e altivez, sem que os serviços eleitos para actuarem apareçam senão nos locais perto do comes e bebes, onde marcam presença.

Ainda bem que tal amontoado de disponíveis e forasteiros, para encher de incómodo por dias a fio regressou aos seus pagodes, e libertou os residentes que assim podem retomar a liberdade de viver em maior repouso e dispor da família, das suas habitações impedidas de as gozar, que é de “gozo” que o município quer saber e tirar rendimento não se importando com os importunos causados aos seus residentes que sofrem com execrável desígnio.

O que é preciso é festa em cada barraca e barulho por todas as calçadas e atropelos aos seus habitantes locais e pacíficos, que têm de aturar as consequências levantadas e que dão lugar a desacatos aos moradores privados das suas instalações e pelas quais pagam impostos e as têm de reparar e lavar depois delas terem servido de W.C para esvaziar bexigas consumidas e a arrotarem a bifanas com sabor a porcos festivos.

A balbúrdia que é erguida junto às portas e cancelas dos que a elas têm direito de usar, para o município enchouriçado na paz dos seus retiros, agora transformados em parques de estacionamento à balda, não revela preocupação para gerir com outro saber e cuidado ou regulação, o respeito que merecem e lhes é devido.

Com o santo que se foi de capa e a cavalo, pena é que não levasse numa carroça tais organizadores e tesoureiros aplicados… no depois da contagem dos trocos chorudos que ficam entre as folhas deste inverno cavernoso, que sobra para os varredores suportar!

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