Carla Lopes, investigadora

Numa altura em que tanto se fala de saúde pública, o seu sentido ganhou uma nova notoriedade em 2020, devido à pandemia. Contudo, o conceito é bem mais abrangente e extravasa este nível, com Portugal a integrar projetos europeus que têm como missão reforçar o papel da saúde pública através do desenvolvimento do ensino e da formação prática de profissionais de especialidade.

Exemplo disso é o Comité Executivo da Associação de Escolas de Saúde Pública da Região Europeia, que vai iniciar um novo mandato, tendo como membro Carla Lopes, uma investigadora da região, também docente da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto.

Nutricionista de base, ligada à área das doenças crónicas, a investigadora falou com o Jornal IMEDIATO sobre o projeto que vai agora integrar e que visa a capacitação e formação dos profissionais de especialidade e dos desafios que se colocam a Portugal, um país um pouco atrás dos seus parceiros europeus, com a saúde pública “demasiado medicalizada”.

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