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MITO 1: O Coaching Organizacional utiliza-se só para resolver “problemas”.

Falso. Pode não existir “problema” algum, aliás, seria o ideal!

Pode haver apenas a necessidade de elevar a “fasquia”, atingir um nível superior de Eficiência ou de Felicidade Organizacional, sem que qualquer problema seja identificado! O verdadeiro “Sonho” é aquele que permite “voar mais alto” onde o que já “estava bem”, se torna o ponto de partida e se procura a constante superação e busca da excelência.

E se existirem “Problemas” na Organização?

– No Coaching organizacional os “problemas” são convertidos em “Desafios” ou “Sonhos”. Por sua vez, estes são convertidos em Objetivos, individuais, de grupo ou de equipa/departamento. Finalmente, através de um Plano de Ação, identificam-se as “novas” ações a implementar que levem aos objetivos delineados. Essas ações são ajustadas e/ou intensificadas, mediante as “resistências” internas/externas encontradas. Todo o Processo de Coaching Organizacional é monitorizado e avaliado até à “concretização” dos Objetivos, que refletem a conquista do Sonho ou a superação do Desafio.

Premissa: É sempre possível promover a busca da excelência. Conhecer as propostas de melhoria contínua dos colaboradores é o início desse caminho. Sejam estas no âmbito das Soft Skills (Entitativas/Comportamentais/Sociais) ou das Hard Skills (Científicas/Técnicas//Operacionais). Afinal, somos perfetíveis, quer em termos pessoais, profissionais e/ou organizacionais.

 

MITO 2:  A Gestão de Topo é a base da Organização.

Falso. A base de uma organização é o que a sustenta ou seja, os seus clientes. A Gestão de Topo deve proporcionar ambientes psicológicos positivos, desafiadores e éticos aos seus colaboradores. Colaboradores felizes, são mais eficientes e …conquistam clientes!  Clientes satisfeitos e felizes, voltam e trazem mais clientes!

Premissa: O capital humano é o que distingue as Organizações. A cultura empresarial praticada (não a publicitada!) proporcionada pela Gestão de Topo é a que mantém (ou não) a “cola” entre colaboradores. Laços de respeito, interajuda, comunicação não violenta entre colaboradores e destes com os clientes, tornam a Organização sustentável e com uma identidade positiva intrínseca. Quando os trabalhadores se despedem, não o fazem maioritariamente pela “sua” Organização, nem pelas “suas” funções/tarefas, mas principalmente pelo “mau ambiente” instalado, distress, desvalorização, assédio, ausência de desafios, que têm como responsáveis, precisamente gestores, normalmente autoritários e incapazes de uma liderança transformacional.

Através da Prática do Coaching Organizacional, permita que a sua Organização se renove e inove construindo uma identidade própria (no Ser e no Fazer), que “prenda” os seus colaboradores e obviamente os clientes, pela excelência do serviço prestado.

Não perca o próximo artigo de “Coaching…para quê?”  Leia mais artigos na página de opinião do IMEDIATO.

 

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