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Por esta altura os alunos do 12º ano começam a ficar algo “nervosos e ansiosos.” Os exames finais nacionais estão aí a chegar, para a dita avaliação externa. Afinal, o futuro profissional pode estar comprometido se os resultados não forem os esperados! Desde cedo, o ser humano começa a ser “avaliado,” e posteriormente “classificado”!

O que ocorre é que o Ensino/Educação não trabalha” os jovens em todos domínios, reduzindo os seus “talentos”, apenas  preparando para o sucesso dos ditos “exames finais”. Tendo em conta as fases de desenvolvimento do ser humano, sabemos que na adolescência ocorrem inúmeros fenómenos de adaptação que, de alguma forma, podem prejudicar o “desempenho” académico mas que, infelizmente, vão ditar desde já o seu futuro! Das inúmeras inteligências a desenvolver no ser humano, constamos que afinal o que importa é ter 20 a matemática, física e química ou biologia e assim ter acesso garantido aos cursos cujas “notas” de entrada são as mais elevadas!

Quantos jovens já traíram a sua “vocação natural” só por que tiraram elevadas notas e “parecia mal” não entrarem nos cursos?

Quanto jovens com profunda vocação para o exercício da atividade dos ditos cursos e não entraram porque existe uma barreira, (classificação), que diz que só quem tem 18, 19 ou 20 pode ser admitido?

Para além de toda esta “discriminação,” não deixa de ser curioso, que a escala de avaliação nos diz que a partir do valor 10 o aluno tem avaliação “positiva”! Se este aluno garantir o 10 a todos os momentos de avaliação este conclui “positivamente” a sua formação e poderá exercer a sua atividade! A questão que se coloca poderá ser: será que este profissional será um profissional de apenas 10? Será que este profissional só vai se sentir concretizado profissionalmente “a metade”? Provavelmente não. Ele também pode ser um excelente profissional, como qualquer outro que tenha tido 20 a todos os momentos de avaliação. Como seres perfectíveis, podemos sempre aprender com o passado, sonhar o futuro e “trabalhar” com entusiasmo, na busca da excelência.

Afinal, a dita inteligência cognitiva/intelectual é a que vai ditar o “destino” do aluno! A Inteligência Emocional e Espiritual na avaliação externa fica reduzida a “zero”. Claro que a avaliação interna, engloba alguns parâmetros da área “saber ser”. Também na componente de Cidadania e Desenvolvimento são trabalhadas algumas competências transversais, mas infelizmente, a violência entre os jovens tem vindo a aumentar!

Somos muito mais que os diversos números que tivemos ao longo da Vida.

Através da Prática do Coaching Educacional o estudante pode trabalhar a sua insegurança e ansiedade para uma melhor performance, assim como trabalhar a sua inteligência emocional e espiritual para que viver faça (ainda) mais sentido.

Não perca o próximo artigo de “Coaching…para quê?”  Leia mais artigos na página de opinião do IMEDIATO.

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