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E já estamos em 2022. Após todas as festividades (e respetivo aumento da propagação da Covid), o mundo volta ao seu normal, à sua ”normose”. Os velhos hábitos enraizados, quer a nível individual, familiar, profissional ou organizacional são tão “potentes” que parece que qualquer tentativa de mudança é imediatamente anulada.

Continuamos presos a “crenças limitantes” do “sempre fui assim”, “nem vale a pena tentar” e o mesmo ocorre a nível organizacional com o “sempre se fez assim”, “o chefe não muda” ou “ os trabalhadores são todos iguais,” etc.

Quando deixamos de ser nós mesmos, para corresponder à imagem que os pais, conjugue, amigos e organizações pretendem, acaba-se num conformismo patológico. E assim andamos, presos por “correntes mentais” decorrentes do nosso “ego”, num mundo doente, cada vez mais complexo e dominado pelo poder económico e mediático. Precisamos de fazer um “reset” mental à humanidade e apenas carregar o “software” que permita ações de Paz “sem vírus”. Talvez por isso, o primeiro dia de janeiro seja o Dia Mundial da Paz.

Assim, o desafio deste ano será desconstruir “crenças limitantes, hábitos velhos e caducos” e começar a adotar novos hábitos mais saudáveis, resilientes, pacíficos e cheios de compaixão por todos os seres, assentes numa “cosmovisão” libertadora. É necessário descomplicar e Viver! Aprender a evoluir continuamente e partilhar o que de melhor há em cada um de nós com o próximo. Torne-se agente ativo na promoção de práticas saudáveis e  de  valores mais éticos e profundos na sua família, organização e sociedade. Viver é muito mais que estar vivo! Em 2022 deixe a sua marca!

Através da Prática do Coaching pode potenciar a sua luta contra a “normose” encontrando assim um superior sentido para Viver.

Não perca o próximo artigo de «Coaching…para quê?».  Leia mais artigos na página de opinião do IMEDIATO.

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