O município de Paredes ocupa uma posição intermédia na Área Metropolitana do Porto (AMP) no que diz respeito ao custo dos serviços essenciais de água, saneamento e resíduos urbanos. Segundo dados da Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR) avançados hoje pelo Jornal de Notícias, a fatura mensal no concelho fixa-se nos 40,78 euros para um consumo de referência de 10 metros cúbicos, posicionando Paredes exatamente no meio da tabela regional — como o 6.º município mais caro num universo de 11 analisados na AMP.
Apesar de se encontrar a meio da classificação metropolitana, o concelho destaca-se por integrar o lote restrito de apenas quatro municípios da AMP onde o valor global dos serviços essenciais diminuiu este ano.
A fatura paga pelos munícipes de Paredes divide-se da seguinte forma:
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Água: 15,27 €
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Saneamento: 13,98 €
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Resíduos Urbanos (Lixo): 11,54 €
Onde Fica Paredes no Ranking da AMP?
O custo dos serviços na AMP apresenta uma forte amplitude, variando entre o valor mais elevado registado em Valongo (45,78 €) e o mais reduzido na cidade do Porto (27,90 €. Com os seus 40,78 €, Paredes situa-se acima da média nacional (34,65 €), mas distante dos concelhos do topo da tabela.
| Posição / Município (AMP) | Água (€) | Saneamento (€) | Resíduos (€) | Fatura Total (€) PDF |
| 1.º Valongo (mais caro) | 19,04 | 13,83 | 12,91 | 45,78 |
| 2.º São João da Madeira | 16,25 | 12,80 | 16,47 | 45,52 |
| 3.º Santo Tirso | 18,82 | 15,11 | 10,71 | 44,64 |
| 4.º Trofa | 16,20 | 15,11 | 10,73 | 44,04 |
| 5.º Gondomar | 18,47 | 12,78 | 10,81 | 42,05 |
| 6.º PAREDES (Ponto Médio) | 15,27 | 13,98 | 11,54 | 40,78 |
| 7.º Vila Nova de Gaia | 13,16 | 13,40 | 13,55 | 40,11 |
| 8.º Póvoa de Varzim | 11,86 | 12,51 | 10,08 | 34,45 |
| 9.º Maia | 14,49 | 9,42 | 9,16 | 33,07 |
| 10.º Matosinhos | 15,82 | 4,35 | 11,32 | 31,49 |
| 11.º Porto (mais barato) | 12,10 | 7,50 | 8,30 | 27,90 |
Panorâmica Geral
Embora a distribuição da água continue a representar o maior encargo financeiro na maioria dos concelhos, o tratamento do lixo e a subida contínua da Taxa de Gestão de Resíduos (TGR) têm sido os principais motores do aumento do custo de vida associado às faturas municipais em todo o país.
Fonte: Jornal de Notícias / ERSAR

