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Pessoas 2030

No próximo dia 21 de maio comemora-se Dia Internacional do Chá. Este dia, visa principalmente, chamar a atenção para as condições de trabalho e salário dignos para os produtores de chá e restantes envolvidos, até que o mesmo chegue a nossas casas. Esta atividade representa o sustento de milhões de pessoas no mundo. Chá, é o nome que se dá à bebida que advém da planta do chá, Camellia sinensis, que é submetida a diferentes tipos de processamento, com maior ou menor oxidação envolvida, tipo de envelhecimento ou fermentação. Desta forma, obtêm-se de chá com propriedades e sabores distintos. Nada como estar a precisar de um chá e fazer uma pausa no trabalho (e não tem que ser às 5h, ritual com influências portuguesas!) para se hidratar, relaxar e apreciar profunda e lentamente o seu cheiro e sabor. Depois, é só regressar ao trabalho mais focado, feliz, criativo e produtivo!

Mas esta frase, popularmente, pode ter outro significado. Quantas vezes já ouviu “aquele(a) fulano(a) está mesmo a precisar de um chá”? Ocorre entre familiares, amigos e, muito frequentemente, no local de trabalho. Quantas vezes já o disse? Ou, se não o fez, quantas vezes já o pensou? Ou, pior ainda, quantas vezes teve a sensação de ser você a levar o tal “chá”, injustamente e de forma verbalmente agressiva?

A comunicação é a base de interação do ser humano. Esta pode ocorrer de modo inconsciente e positivo até ao modo consciente e negativo (violento psicologicamente/ou fisicamente) Positivo e negativo apenas classifica as emoções proporcionadas no outro, agradáveis (alegria, entusiasmo, admiração,…) ou desagradáveis (raiva, ira, ódio, vergonha, humilhação,…) Exemplificando, quantas vezes ao passar por alguém na rua que estava sorridente, feliz, se sentiu melhor? Essas emoções são resultantes apenas de uma interação visual e unidirecional Esse “alguém” desconhece o efeito positivo que teve por momentos em si!. Obviamente, que quem coloca em prática a frase “está a precisar de um chá” tem todo o seu ser focado em causar no outro um conjunto de emoções desagradáveis! É um ato consciente com objetivo nocivo e tóxico. Apesar de consciente (porque vai surgir posteriormente) tem por trás a reação a algo que se passou e caiu na armadilha da “ação/reação”, ainda que desfasada no tempo! Claro que, o automatismo comum é a ação/reação imediata, elevando assim a probabilidade da comunicação violenta poder escalar! É pois fundamental sair do automatismo da reação negativa! É uma tarefa exigente, pois o nosso “cérebro” emocional tem uma velocidade de processamento muito mais elevado que o nosso “cérebro” racional. A questão não está em sentir emoções de raiva, o foco está em como vai responder a essa emoção! É aqui, que antes de fazer ou dizer algo, entra o “cérebro” racional. Parar, gerir emoções, relativizar, analisar o conteúdo e focar no contra-argumento! Deste modo, a emoção nociva desvaneceu-se e deu origem a um sentimento de compaixão pelo outro, onde a sua opinião fundamentada vai direcionar o foco do diálogo para o assunto e não para a pessoa! Assim, em vez do automatismo “ação/reação”, vai fazer acontecer “Ação/Pausa Racional Consciente/Ação entusiasmante, empática, com argumento poderoso”! No limite, mesmo que concordem tranquilamente em discordar, acabem por ir tomar um “chazinho verdadeiro”, da planta Camellia sinensis, embora, uma infusão ou tisana possa cumprir o mesmo objetivo!

Através da Prática do Coaching, trabalhe o poder de uma comunicação positiva e não violenta, orientada para a aceitação e compreensão do outro.

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