Rúben Freire / Futsal
Fotografia: Direitos Reservados

Com 24 anos, Rúben Freire já conta com uma carreira profissional de cinco anos enquanto jogador de futsal. Aprendeu a vibrar com a modalidade no extinto CD Boavista, assim como no ARC Moinhos, onde fez formação, e terminou agora um percurso de cinco épocas no FC Azeméis.

“Comecei um pouco tarde no futsal, com 11 anos. (…) Na altura experimentei por causa do meu irmão, mas passados quatro anos nos clubes da terra comecei a levar a modalidade mais a sério e consegui chegar a um nível mais elevado”, afirmou ao IMEDIATO o ala de 24 anos.

Recentemente, o atleta pacense comunicou o fim do seu vínculo com o FC Azeméis, emblema da I Divisão Nacional que representava há já cinco épocas. “Não consigo dizer coisas negativas sobre o meu tempo no Azeméis, foi um clube onde cresci muito enquanto jogador e pessoa e onde conquistei vários êxitos, foram eles que me lançaram. O que levou à minha saída foi um desinvestimento muito grande no projeto, que fez com que procurasse outro caminho”, revelou.

Rúben Freire é agora apontado ao Elétrico Futebol Clube, equipa de Ponte de Sor que, na época transata, atingiu o terceiro lugar na fase regular do campeonato da I Divisão. Contudo, ao IMEDIATO, o jovem de Paços de Ferreira recusou prestar declarações sobre o tema, afirmando apenas que “nada está confirmado” quanto ao seu futuro profissional.

Nos últimos anos, Rúben Freire afirma ter assistido a uma grande mudança na modalidade, que se torna cada vez mais profissional e popular entre os adeptos um pouco por todo o país. “Ainda há uma diferença muito grande entre o futebol e o futsal, mas a discrepância já não é tão grande”, afirma, justificando que conquistas de coletividades e do próprio país têm feito avançar a modalidade.

Dois grandes sonhos

Rúben Freire afirma, contudo, que tem “dois grandes sonhos” no seu percurso no futsal, um deles representar a Seleção Nacional A. Desde março de 2017, o pacense conta com 17 internacionalizações pelas seleções Sub-19 e Sub-21, chegando a utilizar, no último estágio, a braçadeira de capitão da ‘seleção das quinas’.

“Ser capitão de um grupo daqueles é ainda um acrescento. Ser convocado para representar Portugal é das melhores coisas que existe”, descreve. A outra ambição de Rúben Freire passa por somar títulos no principal escalão desportivo nacional, escalão onde quer continuar a jogar.

“Mesmo após terminar a carreira enquanto jogador não tenho dúvidas de que vou continuar ligado ao futsal. A carreira ainda vai curta, mas esta época já tive a oportunidade de treinar juniores e adorei a experiência”, rematou, em declarações ao IMEDIATO.

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