greve

André Pestana afirma que “há cada vez mais professores em greve por todo o país” e que a adesão é cada vez maior. Nas regiões do Grande Porto, Grande Lisboa e Algarve, é onde a mobilização se faz sentir mais. Este é o quarto dia de greve que iniciou na última sexta-feira, dia 9 de dezembro, e se prolonga até sábado, dia em que será realizada, em Lisboa, uma manifestação e plenário de professores para debater o futuro desta ação.

No concelho de Paços de Ferreira, foram mais de 30 professores a aderiram hoje ao quarto dia de greve. Na Escola Secundária de Paços de Ferreira aderiram sete professores, “um número pouco significativo em termos de escolas” como afirmou o diretor da Escola ao Jornal Imediato.

Já no Agrupamento de Escolas de Frazão foi onde houve uma maior adesão com cerca de 20 professores a fazerem greve nos dois primeiros tempos da manhã.

Esta greve foi convocada pelo Sindicado de Todos os Professores (STOP) numa altura em que o Ministério da Educação tem estado em negociações com os sindicados, que se têm mostrado contra a maioria das propostas. As propostas apresentadas são no sentido de se criarem procedimentos municipais de colocação de professores, que passariam por a sua distribuição por escolas ser feita por conselhos locais de diretores, em função dos perfis dos docentes.

Depois de vários protestos na passada segunda-feira, o ministro tem cancelado várias reuniões e presenças. No dia de hoje estava agendada uma reunião na Maia que “foi cancelada por motivos metereológicos”, como informou o STOP na página oficial do facebook.

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