Bicicleta, mobilidade

A grande maioria dos portugueses defende a construção de espaços para a utilização de formas de mobilidade além do automóvel, entre as quais a bicicleta. Oito em cada 10 cidadãos gostaria mesmo que a utilização de automóveis diminuísse, principalmente na cidade.

Segundo os dados do Observador Cetelem Automóvel, em Portugal, 92% dos inquiridos são a favor de haver mais espaços adequados para outras formas de mobilidade, a pé, bicicletas, trotinetas, etc., mesmo que isso implique penalizar ou restringir o uso do automóvel.

A posição do automóvel, principalmente na cidade, tem sido contestada e, oito em dez portugueses gostariam que a sua utilização reduzisse. O objetivo é repensar a sua utilização, abrindo caminho a outras formas de mobilidade, de preferência mais sustentáveis e sem emissões de carbono.

“É curiosa a divisão geográfica: de um lado temos os países emergentes e mediterrânicos, e também a China, como os maiores defensores deste conceito; por outro lado, a França, a Alemanha e a Bélgica, os três países onde a ecologia política é mais expressiva, parecem mostrar convicções mais fracas, talvez por se tratar de uma realidade que tem já maior expressão”, lê-se na nota de imprensa enviada pelo Observador Cetelem.

Os resultados do Observador Cetelem Automóvel 2021 também demonstram duas posições distintas em relação às medidas para restringir o tráfego e a poluição dos veículos motorizados, como portagens urbanas, proibição de circulação a determinados veículos, entre outros.

Artigo editado por Ricardo Rodrigues.

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