Automóveis

Apesar de ser “imprescindível”, o automóvel está a perder importância. Os dados do Observador Cetelem Automóvel indicam que, este ano, apenas uma em duas pessoas afirma gostar de automóveis e apenas um quarto se considera ser um amante de automóvel.

Contudo, em 2017, o estudo indicava que nove em cada dez pessoas tinham uma boa ou muita boa imagem do automóvel. “Se anteriormente era uma relação quase perfeita, em que as pessoas eram apaixonadas pelo seu veículo, hoje parece já não ser bem assim”, lê-se na nota de imprensa enviada pelo Observador Cetelem.

Desta forma, destaca-se a relação de causalidade entre a paixão pelo automóvel e o nível de rendimentos, ou seja, são as famílias com maior poder de compra que tendem a exprimir maior paixão e entusiasmo pela beleza da mecânica, duas vezes mais do que as que têm rendimentos mais baixos.

Relação com os automóveis tende a ser duradoura em Portugal

Sete em dez portugueses consideram os automóveis importantes, uma relação que tende a permanecer duradoura visto que em Portugal atinge os 73% de relevância em comparação ao resto do mundo que tem apenas 56%.

Quando questionados sobre se desejam que a utilização do automóvel reduza nas cidades: oito em dez portugueses gostariam que a utilização de automóveis reduzisse.

“Redução de carros nas cidades é um desejo, mas tido como difícil”, citado do comunicado de imprensa. Os portugueses mostram-se céticos quanto à sua redução, no entanto, apenas 28% consideram que os carros na cidade estão em vias de diminuir.

Artigo editado por Ricardo Rodrigues

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