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Este ano, as tradicionais comemorações do Dia da Liberdade dos municípios tiveram de ser feitas em moldes diferentes, por força do estado de emergência a que Portugal está sujeito.

Contudo, o dia não foi deixado em branco. Em Paços de Ferreira, Humberto Brito falou da pandemia, “uma doença estranha que nos deixa perplexos mediante o seu impacto de consequências” e deixou votos de que todos se encontrem bem, “que se protejam, às suas famílias e aos outros”.

Aproveitando o momento, o autarca deixou “um abraço sentido e solidário” aos que perderam alguém com este vírus, aos que estão doentes e às suas famílias, mas também aos que estão a sofrer das dificuldades económicas, empresários e trabalhadores. “Quero que saibam que não estão sós”, afirmou, reforçando a solidariedade com os seus concidadãos. “É o momento de nos unirmos, de nos ajudarmos, de estarmos uns para os outros”.

Na sua intervenção das comemorações do Dia da Liberdade, Humberto pediu a união e a energia de todos “para atravessar me conjunto um dos momentos mais difíceis da história da humanidade” e deixou uma palavra de coragem a todos os que trabalham, aos profissionais de saúde, aos empresários “e a todos os que fazem o seu próprio sacrifício, em casa, para um bem maior, da nossa comunidade, para o bem de todos”.

Diante de uma pandemia “que virou o mundo do avesso”, Humberto Brito garantiu que continuará a trabalhar pelos cidadãos no concelho, em “tempos de mudança nos quais teremos a difícil tarefa de reconstruir a economia e a confiança no futuro”.

“Que este 25 de abril abra as portas da união e da confiança, pois vamos vencer e quando isto estiver ultrapassado vamos poder dizer que fomos capazes”, rematou.

Ao contrário do que habitualmente acontece, a sessão evocativa do 25 de abril não teve este ano a intervenção das outras forças políticas no concelho, o que levou o PSD a demonstrar a sua indignação.

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