CRC 1º de Maio de Figueiró
Fotografia: IMEDIATO

Novo piso sintético, uma bancada e muros. Com 51 velas sopradas este mês, o CRC 1º de Maio de Figueiró ganhou “uma nova cara” através de um conjunto de intervenções no seu complexo desportivo. Milhares de euros e centenas de horas de trabalho depois, a reação da direção é simples: “orgulho e felicidade”.

“Acho que toda a gente tem a noção de que o CRC 1º de Maio sempre foi um clube atrativo. Perdeu um pouco a força há uns anos, mas ultimamente tem voltado a ganhar força e, com o piso sintético, não tenho dúvidas de que vai ganhar ainda mais”, partilhou com o IMEDIATO o presidente do clube, Pedro Silva.

Para o dirigente, o investimento, nomeadamente a colocação do piso sintético, obra suportada pela Câmara Municipal, era “extremamente necessário” para a continuidade do clube, porque “jogar num campo pelado já estava ultrapassado”. Contudo, defende que o trabalho não pode ficar por aqui.

CRC 1º de Maio de Figueiró sentiu o apoio da comunidade

Para conseguir requalificar os muros envolventes do complexo desportivo e colocar uma bancada com cobertura, o clube necessitou do apoio da comunidade, através de empresas, da autarquia e da Junta de Freguesia de Figueiró.

Pedro Silva revela-se especialmente orgulhoso pela onda de apoio que chegou ao clube, tendo em conta a situação atual vivida no país, causada pela pandemia de covid-19, que tem vindo a afetar fortemente o tecido empresarial.

“Estas obras foram feitas por membros da direção e por pessoas que gostam do clube e que apoiaram, até pessoal de fora da freguesia veio ajudar. Foi isto que nos deu força para fazermos tudo aqui no complexo”, contou o dirigente, que pegou nas rédeas do clube há quase dois anos.

Contudo, com a obra feita, o sonho ainda não está completamente realizado, revelou Pedro Silva. Ainda que orgulhoso pelo “trabalho incansável” de todos, o responsável considera que a direção tem de continuar a trabalhar no sentido de tornar o clube ainda mais atrativo, porque, afinal de contas, “as pessoas não vêm por acaso”.

“A direção é bastante jovem. Esta fase foi cansativa, dura, temos de fazer uma pausa para o pessoal relaxar, mas depois temos mais uns projetos em mente para seguirmos em frente“, rematou o presidente do CRC 1º de Maio de Figueiró.

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