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Podem ser poucas vezes, umas por força das circunstâncias, outras porque veio como tema de conversa entre amigos ou familiares, que refletimos sobre a nossa finitude (física), ou seja a morte. Muitos “fogem” de pensar sobre este tema, embora saibamos (consciente e/ou inconscientemente) ter de lidar com a morte de amigos, familiares e claro com a nossa própria morte. Para alguns, este artigo pode ser de excessivo “mau gosto” pois, com a morte, não se brinca ou fala! Como ser humano racional, presumo que todos os assuntos devem ser refletidos, analisados, investigados…etc. Afinal é a única coisa certa que sabemos que vai acontecer! Em pleno século XXI, está na altura de promover uma educação tanatológica ou uma educação para a morte. Uma educação que vá para além das muitas crenças “limitantes” e culturais sobre o tema e que, recorrendo à investigação, nos traga informação “objetiva” e verificável sobre esta temática. É possível, que graças a essa “informação,” a morte (apesar de ser o acontecimento que mais sofrimento cause no ser humano) seja “sentida” de forma menos intensa e aceite mais pacificamente, através de um luto “positivo”, que em vez de “destruir” a vida dos que permanecem vivos, lhes permita Viver de forma mais intensa e feliz, gratos pela contribuição daqueles que já os deixaram (fisicamente).

Como promover esse luto “positivo” se uma grande parte das pessoas nem permite que se possa refletir sobre o assunto? Ou se outra parte tem uma visão “cristalizada” e única sobre o assunto? Por que razão escolher uma visão (de entre muitas) que curiosamente mais “infelicidade” produz? Por que não estar aberto a diferentes hipóteses explicativas e escolher aquela que mais paz dá? Simplesmente porque existe “fobia” de falar sobre a morte!

Curiosamente, quanto mais conscientes estivermos da nossa finitude, mais valorizamos cada minuto, cada segundo que respiramos! Afinal, não temos todo o tempo do mundo para concretizar os nossos Sonhos! Cada dia que passa é menos um dia que falta para o nosso término. Tal afirmação não é para assustar (afinal não é novidade, mas não queremos pensar isso!!!), mas tão simplesmente para Viver mais Intensamente. Não se permita “perder” tempo, não se permita estar triste, não se permita ser arrastado pelo “desequilíbrio” dos outros, não se permita estar morto em vida! Viver mais intensamente, significa aceitar tranquilamente a finitude do ser humano (a sua e a dos outros). Significa que tem planos até aos 120 anos, nem que hoje já não regresse a casa! Significa que está grato por Viver e tudo faz para promover a sua saúde integral (física, mental, social e espiritual). Significa que está entusiasmado/a com a Vida e que concretizar os seus Sonhos é a sua primeira prioridade. Significa que se ama em primeiro lugar e só assim está disponível para amar a Vida em conjunto com todos os Seres. Significa que após a sua “partida” ficará na memória dos que ficam, pelo “valor acrescentado” à humanidade, graças à sua existência no planeta.

Através da Prática do Coaching, trabalhe suas crenças limitantes, aprenda a aceitar tranquilamente o fluxo da Vida e Viva mais intensamente e feliz.

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