A Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa (CIM do Tâmega e Sousa) tem já implementada a Plataforma de Gestão Urbana (PGU) nos 11 municípios da região do Douro, Tâmega e Sousa. Com um investimento de 1,676 milhões de euros, a plataforma reforça a capacidade de gestão e de tomada de decisão baseada em dados.
Com 14 novas plataformas verticais, que se juntam às 33 plataformas verticais já existentes, a PGU abrange áreas como o ambiente, a mobilidade, a sociedade, a qualidade de vida e a governança, permitindo reunir e cruzar dados provenientes de diferentes sistemas, sensores e fontes, disponibilizando informação atualizada para apoiar a gestão dos municípios e da CIM do Tâmega e Sousa.
A solução permite uma visão mais integrada da informação sobre o território, contribuindo para uma gestão mais eficiente dos recursos e para o desenvolvimento de respostas mais adequadas às necessidades das populações.
Para o Presidente do Conselho Intermunicipal da CIM do Tâmega e Sousa, Nuno Fonseca, a implementação da Plataforma de Gestão Urbana “representa um passo muito importante na transformação digital do Douro, Tâmega e Sousa”.
Nuno Fonseca destaca ainda a importância deste investimento para o futuro da região: “Estamos a criar condições para que os nossos municípios disponham de melhor informação para tomar decisões, gerir recursos e responder de forma mais eficiente às necessidades das populações. Este é um investimento no presente, mas sobretudo na capacidade da região para enfrentar os desafios do futuro, através de uma gestão cada vez mais inteligente, integrada e sustentável.”
A implementação da PGU enquadra-se no Investimento C19-i08 – Territórios Inteligentes, integrado na Estratégia Nacional de Territórios Inteligentes (ENTI) e financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), através do Mecanismo de Recuperação e Resiliência, com o apoio da União Europeia, através do NextGenerationEU.
A iniciativa pretende promover a adoção de soluções de gestão inteligente em todo o território nacional, reforçando a interoperabilidade e a partilha de dados entre municípios, entidades intermunicipais e outros organismos da Administração Pública.
No âmbito do acompanhamento do projeto, realizou-se, a 31 de agosto, uma demonstração da Plataforma de Gestão Urbana à Comissão Europeia, com a participação da Agência para a Reforma Tecnológica do Estado (ARTE) e da Estrutura de Missão Recuperar Portugal (EMRP).
A demonstração incidiu sobre as implementações realizadas nos municípios de Amarante, Cinfães, Marco de Canaveses e Penafiel, selecionados para a amostra, permitindo dar a conhecer a operacionalização da solução no território.

