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A chegada de um novo orçamento, nos últimos anos, deixou de ser um pesadelo para os portugueses, representando agora um sinal de esperança e a renovação das expetativas para um novo ano, com a certeza de que, de ano para ano, se vem confirmando e até superando as melhores previsões.

2023 não será exceção, com mais uma proposta do Governo a marcar pela diferença, conseguindo simultaneamente um equilíbrio entre o apoio às famílias e as contas certas, a par do investimento na inovação, no emprego e na sua qualificação e no compromisso com os rendimentos das famílias, como é exemplo a valorização salarial na função pública e no salário mínimo nacional (705 para 760 euros).

Este orçamento será o primeiro, dos restantes até 2026, que se propõe colocar o país a crescer acima da média europeia, em linha com os países mais desenvolvidos da União Europeia, num crescimento justo e equilibrado, que estimula a margem das opções orçamentais com a redução do peso da dívida pública.

Estas objetivos concretizam-se em metas bem definidas por Portugal, nomeadamente no crescimento anual, em média, de 1% acima da zona euro, na redução da dívida pública para menos de 100% do PIB e no aumento de 45% para 48% do peso dos salários no PIB.

Com este cenário e com a confiança que o Partido Socialista nos tem garantido na gestão do país, o plano traçado pelo Governo não se fixa apenas na gestão do presente, mas aponta já para o futuro, reforçando o investimento em setores estratégicos da sociedade, destacando-se a saúde, que apresentará o maior orçamento de sempre, num claro esforço deste executivo para equilibrar um dos pilares fundamentais para a proteção dos portugueses.

Continuamos a assistir a uma forte aposta na transição sustentável em diversos eixos de intervenção no território, como são as energias, os transportes e a habitação, num orçamento que responde ao país e às suas necessidades, propondo-se a efetivar ações reformistas, de modo a aumentar a competitividade das empresas, a confirmar um Estado social mais forte e a reforçar a credibilidade portuguesa no seio da União Europeia, na salvaguarda do otimismo dos mercados e do olhar das economias internacionais sobre a nossa realidade.

 

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