GNR Peregrinos final
GNR lembra que "A segurança não é opcional — é uma responsabilidade individual e coletiva". FOTO: GNR - Comando Territorial do Porto
ISCE Douro 2026

Com o aumento do fluxo de peregrinos nas estradas, o Comando Territorial do Porto da GNR reforça recomendações para garantir que as caminhadas decorram sem incidentes. O uso de colete refletor e a circulação em fila única são algumas das medidas críticas.

O Comando Territorial do Porto da Guarda Nacional Republicana (GNR) emitiu esta tarde um conjunto de diretrizes de segurança destinadas a todos os que pretendem realizar peregrinações a pé. O objetivo principal é a prevenção de acidentes rodoviários, com especial foco na redução do risco de atropelamentos, uma das maiores preocupações nestas épocas de maior afluência.

Sob o mote “A prevenção faz a diferença”, a autoridade recorda que a segurança no asfalto é uma responsabilidade partilhada, deixando conselhos práticos que podem salvar vidas.

Guia de Segurança para o Peregrino

Para garantir uma caminhada segura, a GNR destaca as seguintes normas de conduta:

  • Visibilidade Máxima: É obrigatório o uso de coletes refletores ou outros elementos de alta visibilidade. Grupos devem sinalizar claramente o seu início e fim.

  • Posicionamento na Via: Os peregrinos devem caminhar sempre na berma, no sentido contrário ao dos veículos, facilitando o contacto visual com os condutores.

  • Organização do Grupo: A circulação deve ser feita estritamente em fila única, evitando a ocupação desnecessária da faixa de rodagem.

  • Atenção Redobrada: A utilização de auscultadores ou telemóveis é desaconselhada, uma vez que estes dispositivos reduzem significativamente a perceção sonora e visual do tráfego.

  • Cuidados Noturnos: Recomenda-se que nunca se caminhe sozinho durante o período noturno e que a atenção seja redobrada em todos os momentos de atravessamento de estradas.

Proibições e Responsabilidade

A GNR alerta ainda para a necessidade de evitar zonas onde a circulação de peões é expressamente proibida, como é o caso de certas autoestradas e vias rápidas.

“A segurança não é opcional — é uma responsabilidade individual e coletiva”, sublinha a instituição, reforçando o seu compromisso como uma força de segurança próxima e de confiança para todos os cidadãos que se encontram na estrada nestas datas de forte pendor religioso e cultural.

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