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Todos os seres humanos, no fluxo da sua vida, vão encontrar “altos” e “baixos”. Do balanço entre estes dois estados existe uma maior ou menor sensação de “felicidade”. Infelizmente, muitos dos “baixos” que surgem, são por nós “fabricados” gratuitamente, graças a reações impulsivas, decisões imediatas, emoções descontroladas, ausência de conhecimento, etc. O facto de se aprender até com o “erro” não implica que se tenha o “erro” como objetivo! Se não veja os seguintes exemplos:

  • Imagine que numa conversa com um familiar, colega de trabalho, amigo, etc, esta “azedou” ou seja. tornou-se tóxica para ambos e que, graças à sua impulsividade momentânea, acabou por terminar com a relação de amizade, ou mesmo de trabalho.
  • Imagine que quer comprar um automóvel entra no primeiro stand de automóveis e, graças à influência visual do automóvel e à habilidade, influência e persuasão do vendedor, sai de lá com o carro comprado e com um preço algo acima do que previa (são os extras!).
  • Imagine que é estudante e que se candidata ao mesmo curso de ensino superior que o seu melhor amigo, só para poderem continuarem juntos e por o curso lhes ter parecido “bonito.”

Estes exemplos, embora exagerados, transformam-se nas tais situações que nos fazem sofrer e podem ter impacto negativo ao longo de toda a vida. Estes “erros” são facilmente evitáveis quando se possui a arte de planificar, organizar o nosso projeto de Vida (em todas as suas dimensões) e trabalhar conscientemente o autoconhecimento.

Curiosamente, no Coaching a palavra erro deixa de fazer sentido! Isso significa que nunca mais se “erra”? Não. Significa que o caminho percorrido para atingir um objetivo conscientemente desejado (sonhos) é pensado, fundamentado (riscos calculados), planificado e assente no conhecimento possível do momento. Neste sentido, mesmo que posteriormente, mediante novos contextos, surjam novos objetivos (sonhos) diferentes e mais significativos, o caminho anterior nunca foi um erro! Porquê? Porque todo o percurso foi consciente (e não impulsivo), motivante (com emoções positivas e não destrutivas) e assente na aquisição e desenvolvimento de novas competências (autoconhecimento) e não de revolta ou desilusão. A pessoa que faz este percurso já não é a mesma que o iniciou. Houve como que um saldo positivo em todo o processo. Apenas tem que se “alinhar” para o desafio seguinte que, de igual forma, deve ser planificado cuidadosamente.

Através da Prática do Coaching, a sua vida deixa de andar ao sabor do “vento” e aprende a orientar a suas “velas” para realmente aquilo que mais profundamente deseja na sua vida pessoal e profissional. Mesmo nos momentos “sem vento,” estes são de reflexão e de desenvolvimento pessoal consciente.

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