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Em “pouco mais de um ano”, a Unidade de Hospitalização Domiciliária (UHD) do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS) já tratou 248 doentes. “Na estrada”, a equipa já percorreu cerca de 58.445 quilómetros em 3243 visitas a doentes.

“O primeiro ano da UHD foi de adaptação para a comunidade, alguns receios causados pelo desconhecimento do modelo de funcionamento, e para a equipa, que teria que manter a qualidade de cuidados ao doente com o mesmo nível de eficiência e qualidade dos cuidados prestados em ambiente hospitalar”, lê-se no comunicado do centro hospitalar.

Lindora Pires, médica e coordenadora da unidade, considera que este modelo de tratamento tem várias vantagens ao tradicional, uma delas ser uma forma de evitar a sujeição dos doentes “a um agravamento das co morbilidades e a infeções nosocomiais” em ambiente hospitalar.

“O tratamento adequado da sua patologia de base, acompanhado das pessoas de quem mais gostam e no conforto da sua casa, é, no meu entender, uma mais-valia imensurável da hospitalização domiciliária”, considerou, citada na nota de imprensa.

A unidade admitiu o seu primeiro doente a 5 de abril de 2019, sendo que só no primeiro ano de funcionamento foram tratados 188 doentes.

No período da pandemia existiu uma necessidade de reorganização e a lotação da UHD foi aumentada para sete doentes, sendo que houve um aumento de quase 230% no número de doentes tratados, comparando com o mês de abril, maio e junho do ano passado.

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