Autor: Farda / Messi / Vacina / Férias / Europeu, "criança"; "Fraude" "Jogo" "Liberdade"; "Juízes", "Política sem vergonha","Presságio, A vitória da frustração", "País doente"

A maior fraude do Futebol/Soccer mundial, chama-se e sempre se chamou apesar dos branqueamentos patéticos dos comentadores dos mídia, que em vários canais de tv tentam impor a opinião “sábia” que nem asnos académicos eram capazes de por no ar ou propagar, chama-se Cr7.

O rapaz da ilha que vestiu ganga rota e agora veste “Prada” mais a família que sustenta no luxo e à custa dele se passeia, o que é bom, levou na tarraqueta em jogo, uma goleada de fazer corar qualquer vulgar que tem a mania de se assumir, Melhor Jogador do Mundo, fora as assistências para se safar dos processos que correm em Las Vegas.

Cristiano de seu nome, CR7 de “marca comercial”, soma e segue na pocilga dos êxitos que os tais “sábios” só vêm talento e génio, magia inigualável. Já aqui escrevi e repeti por todo o lado, de que o exagero não era mais do que parvoíce e miopia no mínimo, ou vassalagem e rebaixamento ferido de inteligência. O rapaz da Ilha que só presta alguma utilidade com um conjunto a acompanhar e a fazê-lo brilhar, segue de derrota em derrota copiosa e vergonhosa, de fazer corar uma lagosta.

Cristiano foi de Madrid para Turim para ganhar vários títulos dourados e sair em braços de grandes arenas e com todos a prestar-lhe honras lusas em especial marcelistas ou do género dos pategos que marcam presença nas têvês parolas com a pretensão de nos entupirem o bom-senso e o raciocínio mais saudável.

O fracasso de Cr7 na Juve, não podia ser maior e mais estrondoso. Como é possível tanta cegueira e demorar quase um quarto de século para apoiar uma tamanha fraude, que apesar de apresentar números estatísticos que naquele “ofício” se consegue, e é disso que vivem os tais serôdios comentadores que vêm o fenómeno “Futebol” com uma emoção que faz deles uns atrasados mentais e demais complexidades, próprias de quem nunca soube dar um chuto na bola e até falhar a marcação de golos mesmo debaixo dos postes, e só fazê-los com mais facilidade à custa de grandes penalidades, com colegas preocupados em servi-lo nas melhores condições, a fim de manter a sua estrela a brilhar nos pasquins nacionais.

É o que temos e assim é o que somos em várias tabelas de qualidade de vida na Europa. Uns rotos!

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