Autor: galamba Traidor Poema / Guerra/ Milho / Sanções / preço / guerra / pandemia / Natal / Bola de Ouro / Santo / Feira / Marcelo / Vazio / Presidente / Farda / Messi / Vacina / Férias / Europeu, "criança"; "Fraude" "Jogo" "Liberdade"; "Juízes", "Política sem vergonha","Presságio, A vitória da frustração", "País doente"
ISCE Douro 2026

– Lá por Lisboa, onde foram “apanhados” e levados a Tribunal um conjunto alargado de polícias com chefes à mistura, o Ministério Público saíu de mãos a abanar de acordo com o que exigia para aplicação das Penas que achava justas aos elementos que praticaram actos de tortura e violação e que  armados em cineastas rolantes, filmavam as práticas aplicadas às vítimas de cor e de tamanho estranho, e vícios aspirados. Se tais actos fossem cometidos por qualquer um dos nacionais lusos e limpos, as Penas dos juízes seriam as que o Ministério Público sugeriu e não as que foram entendidas a pedido dos advogados encontrados junto das instituições bancárias e não numa escadaria de um Posto Fardado, lá no Rato por onde proliferam tais comediantes. A “ratice era tanta que os arguidos acusados de tais crimes excessivos foram quase todos inocentados e com direito a abonos” o que a partir de agora os polícias com tais Penas light, podem regressar a casa e voltar para lavrar os campos que possuem, e já que o tempo permite, pois estamos em maré de semear e plantar os terrenos de que são donos abastados. Julgamos pois então que os juízes que “lavraram” também tais sentenças aos acusados dos crimes que cometeram, tortura, violação, pancada de criar bicho e outros como sabemos em que são “fortes” enquanto envergam uma farda do país a que pertencem e lhes paga chorudamente, a nós os pobres Lusos, que não têm Defesas dispostas a tomarem em catálogo as nossas queixas pois gostam de saber com antecedência com quanto podem lucrar, abandonavam-nos nas escadarias referidas, e mandavam-nos ir sachar para outro campo, talvez o 23º cheio de mato com outros “ratos” virulentos, que não viajam em Cruzeiros de Luxo. Este país é assim um circo fardado de palhaço, em que as marionetes são sempre os pobres desgraçados sem possibilidade de se defenderem dentro do “sistema que vigora ou pondera” para com tal rapaziada, uns fardados de polícias e outros que envergam o traje da magistratura. É o que temos e talvez a mais não estejamos obrigados mas a merecer, e por tal agradecidos. Viva Portugal, onde uns vão bem e outros mal!

 

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