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No Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado esta sexta-feira, o IMEDIATO quis dar a conhecer a realidade do Rio Ferreira, junto da população de Lordelo que há anos se queixa “do rasto” causado pela ETAR de Arreigada.

“Há alguns anos, havia peixes, até mesmo lontras e banhistas, agora apenas água suja, um cheiro insuportável e mosquitos por todo o lado”.

As palavras são de Margarida Sousa, lordelense de 72 anos, e misturam a nostalgia do passado – de lavar roupa no rio e brincar alegremente na água – com a “revolta e a raiva” que sente ao ver o rio que a acompanhou toda a vida “podre”.

O sentimento é partilhado por Ana Bessa, já de outra geração, que capitalizou as redes sociais de forma a “colocar um holofote” no cenário que encontra quando, todos os dias, abre a janela e observa o caudal.

Veja os testemunhos das duas lordelenses e o rio que encontram todos os dias.

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