Colégio marca d'água 2020/21


As Associações de Empresariais de Penafiel e Paços de Ferreira estão preocupadas com o futuro das empresas da região, que se vêm limitadas com o estado de emergência em que foi colocado o país. Várias medidas estão ser levadas a cabo pelas duas entidades, que temem que estas medidas leve ao encerramento de várias empresas, após esta pandemia que atingiu a região, o país e o mundo.

A Associação Empresarial de Penafiel (AEP) demonstrou a sua preocupação “com o futuro do tecido empresarial da região” do Tâmega e Sousa, através de uma carta aberta ao ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira.

Na carta, são apontadas as três questões que mais desconforto causam à AEP, sendo elas a falta de previsibilidade das medidas que têm sido anunciadas, os “insuficientes” montantes disponibilizados pelo Estado e a rapidez com que os apoios às empresas vão ser feitos.

Tendo em conta o “apagão temporário de toda a economia mundial” que está a acontecer, a direção da AEP considera que o país vai recuperar quão melhor for capaz de “manter vivas as empresas geradoras de milhões de empregos, bem como a economia”.

Na missiva, a AEP também mostra o seu descontentamento com os montantes das linhas de crédito disponíveis aos empresários, que considera “insuficientes para a realidade do tecido empresarial português e para as expetativas dos empresários”.

Do lado de Paços de Ferreira, a Associação Empresarial deu nota de que cerca de 50 por cento das empresas do concelho já fecharam por 15 dias.

Além do medo de contágio, os mercados de França e Espanha, que representam cerca de 60% da produção, estão fechados, o que faz com que o nosso também vá fechando”, explicou Rui Carneiro.
Segundo o presidente da AEPF, nos últimos dias várias encomendas têm vindo a ser canceladas, algumas das quais já prontas a enviar, de forma que as empresas pacenses não iam continuar a produzir sem clientes.

Leia a notícia completa na edição impressa do Jornal IMEDIATO de dia 27 de março.