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Carnaval de Eiriz 2026: Tradição e Folia Invadem as Ruas em Noite de Alegria

CarnavalEiriz foto

Humor e Sátira marcaram o Carnaval de Eiriz 2026

maxibroker

A freguesia de Eiriz transformou-se, esta sexta-feira à noite, num palco de cor, ritmo e sátira social. O tradicional desfile de Carnaval voltou a cumprir a promessa de animar a localidade, atraindo muitos foliões e espetadores que encheram as ruas para celebrar uma das festividades tradicionais do calendário local.

O Ritmo dos Bombos e a Imponência dos Gigantones

A noite foi marcada, acima de tudo, pela sonoridade contagiante dos grupos de bombos. Com uma energia inesgotável, os percussionistas ditaram o passo da marcha, fazendo vibrar o asfalto e garantindo que ninguém ficasse indiferente à passagem do cortejo. Entre o estrondo rítmico, destacaram-se as figuras icónicas dos Gigantones, que com a sua presença imponente e danças desengonçadas, animaram miúdos e graúdos.

Sátira e Criatividade sobre Rodas

Como não poderia deixar de ser, a sátira social e o humor brejeiro marcaram presença através de carros alegóricos improvisados e grupos de mascarados. Desde referências à vida noturna local até à representação de profissões e figuras do quotidiano, a criatividade dos habitantes de Eiriz esteve em evidência.

Um dos pontos altos do desfile incluiu:

Uma Comunidade Unida pela Festa

Apesar das temperaturas baixas típicas da época, o calor humano prevaleceu.

O evento, que decorreu em segurança e num clima de total confraternização, reafirma Eiriz como um ponto de passagem para quem procura um Carnaval autêntico, onde a identidade da freguesia se funde com a alegria da época.

Uma Batida de Saudade: A Homenagem à Tia Zita

O Carnaval de Eiriz 2026 ficou marcado por um som diferente: o som da gratidão. Este ano, o Grupo de Bombos S. Gonçalo de Eiriz não desfilou apenas por alegria, mas por amor e honra à memória da sua eterna porta-bandeira e tocadora, a Tia Zita, que partiu precocemente esta semana.

A decisão de sair à rua, apesar da dor recente, nasceu de um pedido especial da família e do desejo profundo da própria Tia Zita: que o grupo nunca deixasse de tocar, independentemente das circunstâncias.

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