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Inês Couto confiante para a final desta tarde do Mundial Universitário frente ao Brasil

POR SeleUniv26

Inês Couto (Nº20) confiante para a final do Mundial esta tarde frente ao Brasil, em Varsóvia. FOTO: FADU University Sports

Academia Pro. Albino de Matos

A Seleção Nacional Universitária Feminina de Futsal entra em campo esta terça-feira às 15h00,  em Varsóvia, para disputar a grande final do Campeonato do Mundo Universitário 2026. Após uma campanha invicta e irrepreensível em território polaco, a comitiva lusa discute o título mundial frente à seleção do Brasil, num jogo com transmissão em direto no Canal 11.

O passaporte para a finalíssima foi carimbado esta segunda-feira com uma vitória convincente por 3-0 diante da Alemanha. A grande figura do arranque do encontro foi a universal Inês Couto, que desfez o nulo logo aos 27 segundos da primeira parte. O golo madrugador não só tranquilizou a equipa lusa perante a forte dimensão física da formação germânica, como marcou um momento histórico para a atleta: “O primeiro golo para mim foi muito especial porque é o meu primeiro golo por Portugal. É sempre bom marcar com esta equipa porque somos muito unidas”, confessou no rescaldo do jogo.

Foco Total no Ouro

Com um percurso imaculado de cinco vitórias em cinco jogos — incluindo uma goleada por 6-0 sobre a China Taipé no fecho da fase de grupos —, a Seleção Nacional transborda confiança para o duelo com as “canarinhas” e a atleta natural de Vilela e que representa o Aliados de Lordelo sintetiza o sentimento do balneário: “O nosso objetivo sempre foi ganhar o Mundial e acho que estamos preparadíssimas para ganhar. Sinto mesmo que estamos muito confiantes”.

Para o timoneiro Ricardo Azevedo, a chave do sucesso tem residido na consistência defensiva, embora sublinhe que a equipa terá de superar o cansaço acumulado para melhorar a definição no último passe. Para esta tarde, a receita técnica está traçada: isolar o grupo de fatores externos e manter o foco absoluto. “É não dar nada a defender e ter sempre a cabeça no lugar. Não deixar que o adversário, os árbitros ou a bancada nos tirem do jogo. Amanhã [hoje] temos de viver para nós”, rematou o selecionador adjunto.

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