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Governo cria Comando Integrado de Prevenção e Operações para reforçar resposta aos incêndios rurais

BombeirosCOPI
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Num contexto de risco acrescido de incêndios em Portugal, provocado pela elevada acumulação de material combustível no território na sequência das recentes tempestades, o Governo anunciou a criação do Comando Integrado de Prevenção e Operações (CIPO). Esta nova estrutura interministerial nasce com o objetivo estratégico de antecipar e agilizar a resposta do Estado perante a ameaça dos fogos rurais.

Mais coordenação, mais eficácia

A criação do CIPO responde à necessidade de uma maior articulação entre as diversas entidades envolvidas na gestão do território e no combate ao fogo. O modelo assenta em três pilares fundamentais:

O que se pretende, segundo o Governo, é garantir “mais prevenção, mais coordenação e mais proteção”. Na prática, a nova estrutura altera a forma como o Estado opera, passando a assegurar um trabalho conjunto entre entidades, uma ação contínua no terreno e um planeamento estratégico permanente.

Entidades sob uma única missão

O CIPO congrega as principais forças e instituições do setor, garantindo que a resposta aos incêndios não seja apenas operacional, mas também estratégica e preventiva. As entidades que compõem esta nova estrutura são:

  1. Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC)

  2. Estado-Maior-General das Forças Armadas

  3. Guarda Nacional Republicana (GNR)

  4. Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF)

  5. Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais, I.P. (AGIF)

  6. Liga dos Bombeiros Portugueses

Com esta mudança, o executivo procura apostar numa resposta mais robusta e eficaz, num momento em que a gestão de combustível e a prevenção de fogos se tornam prioridades críticas para a segurança do território nacional.

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