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Qual a razão?

Autor: galamba Traidor Poema / Guerra/ Milho / Sanções / preço / guerra / pandemia / Natal / Bola de Ouro / Santo / Feira / Marcelo / Vazio / Presidente / Farda / Messi / Vacina / Férias / Europeu, "criança"; "Fraude" "Jogo" "Liberdade"; "Juízes", "Política sem vergonha","Presságio, A vitória da frustração", "País doente"

– Alguma razão haverá para que quase todos os alentejanos ou os que ficam abaixo do Centro do país, que já vivem há largos anos em melhores condições, pelo menos desde a abrilada de “revolucionária” que se vem transformando de má memória, ocupam bons lugares e bons empregos, quer em Serviços estatais, quer nos diversos Canais de TV. Encontro uma das razões, é que eles, os saloios que descansam à sombra da azinheira, de facto são mais letrados que a população do Norte analfabeta e pouco expedita, longe do Poder Central.

A gente abre um canal e assim que aparece um pivot a ler o “ponto” e descoberta a sua origem, surge-nos pela fala e pelos apoios, um elemento com origem no sul, abaixo de pelo menos Coimbra ou por aí.

Os do Norte, apercebem-se mas nem pensam nisso e passam-lhes ao lado, que eles arranjam-se uns aos outros pelas qualidades ou pelos defeitos genéticos com que nascem. São solidários na verdade. Aqui diremos – “diz-me com quem andas dir te-ei quem és”. Então entre os que por lá mandam logo lhes arranjam um tachinho, por ele se identificar com o tal defeito original, e por ser “tradição” pensar-se que os abaixo do Mondego passaram muito mal no tempo da “velho senhor de Sta. Comba” e deixaram de poder dormir à sombra do tal azinheiro.

Ora como os habitantes do Norte são pouco audazes e ambiciosos não elegem um Presidente seja lá do que for, ficam e andam sem um personagem relevante que tenha grande influência para mudar esta situação, e por ser assim andam sempre atrás da côdea, de maus empregos e sem patronos capazes instalados em cargos que permitam abrir-lhes as portas de empregos satisfatórios e melhor pagos.

Principalmente as mulheres, então essas sim. Para elas, abrem-se todos, raras são as excepções. É que elas têm dois lados de um triangulo que fazem reclame a um vértice. Os mandões vêm nelas qualidades e características que as nortenhas não exibem e até tapam, como árabes ou muçulmanas, sendo que são mais celtas que as do Alentejo. Tudo vai no sentido inverso, mas é a vida, e não vislumbramos outra razão.

Foi dito e se diz que os do norte são mais analfabetos e isso foi uma realidade mas hoje já não é. Os habitantes do Norte do país apresentam-se com habilitações Superiores como não acontecia no passado.

Hoje filho de pobre não é necessariamente pobre e só pode ser trolha, ferreiro, carpinteiro, electricista, bombeiro, calceteiro e também “labrego” nos tempo que sobra após chegar do trabalho que o ocupou durante o dia e chegado ao seu casario, onde ainda tinha que arranjar o telhado por onde a água entrava e sem subsídio algum, mesmo se choramingava à porta do Município corrupto, quase sempre, onde se abrigavam os amigos também. Por quê é que isto tem de ser assim, e o povo não se revela nem dá sinais de insatisfação e de revolta.

Responda quem souber que eu aceito qualquer explicação, mesmo sabendo já que os filhos que saem das Universidades e lhes são superiores terão que emigrar ou então acomodarem-se por cá a roer a tal côdea. Agora mais endurecida!

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