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Paços de Ferreira: Presidente Paulo Ferreira atualiza competências dos seus vereadores

PauloFerreira vereadores

Os três vereadores socialistas a tempo inteiro (à esquerda) passam a ter maior autonomia financeira

Pessoas 2030

O Presidente da Câmara Municipal de Paços de Ferreira oficializou a distribuição de pelouros e a delegação de competências nos vereadores. A nova estrutura foca-se na modernização administrativa, sustentabilidade e coesão social, conferindo maior autonomia financeira aos membros do executivo.

Com o objetivo de imprimir maior celeridade aos processos administrativos e otimizar a resposta aos cidadãos, o Presidente Paulo Ferreira assinou o despacho (Edital n.º 529/2026) que reorganiza a gestão municipal. A nova orgânica divide as pastas estratégicas por três vereadores a tempo inteiro, permitindo que a Presidência se foque na coordenação estratégica e política.

1. Andreia Nunes

Foco: Gestão Financeira, Tecnologia e Sustentabilidade

A vereadora assume o controlo da estrutura administrativa e financeira da autarquia, com destaque para:

2. Júlio Morais

Foco: Economia, Infraestruturas e Mobilidade

Responsável pelo motor económico e pela modernização das vias de comunicação:

3. Amância Santos

Foco: Coesão Social, Educação e Gestão Interna

Assume as pastas de maior proximidade com a população e a organização do capital humano:


Autonomia Financeira e “Linhas Vermelhas”

A nova estrutura confere aos vereadores uma autonomia significativa na gestão de verbas. Estão autorizados a realizar despesas e celebrar contratos públicos de aquisição de bens e serviços até ao valor de 748.196,85 euros. No caso de empreitadas de obras públicas em áreas específicas (como saúde e habitação), o limite é de 150.000 euros.

Contudo, o despacho salvaguarda o papel institucional do Presidente. A assinatura de documentos e a representação oficial perante as mais altas figuras do Estado — como o Presidente da República, o Primeiro-Ministro e membros do Governo — continuam a ser competência exclusiva de Paulo Ferreira.

Vigência e Modernização

Este modelo de gestão integrada já se encontra em vigor e ratifica todos os atos praticados desde junho de 2025. O documento sublinha ainda o compromisso com a transição energética e a adaptação às alterações climáticas, prevendo incentivos ao uso racional de recursos em todos os edifícios municipais.

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