O Presidente da Câmara Municipal, Paulo Ferreira, reuniu-se com todos os autarcas de freguesia para alinhar estratégias de proximidade. O novo mandato será marcado pela iniciativa “À conversa com o Presidente”, que levará o executivo, aos sábados à tarde, a todas as freguesias.
A Câmara Municipal de Paços de Ferreira deu um passo significativo no reforço da coesão territorial com a realização de uma reunião de trabalho alargada que juntou os 16 Presidentes de Junta do concelho. O encontro, que contou com a presença do edil Paulo Ferreira e da vereadora Amância Santos, serviu para consolidar a articulação estratégica entre o Município e os órgãos de poder local.
Proximidade como prioridade política
O foco central da reunião foi o aprofundamento da cooperação institucional, visando uma resposta mais célere e eficaz às necessidades das populações. De acordo com a autarquia, o diálogo centrou-se em temas estruturantes para o desenvolvimento do concelho, sublinhando-se a necessidade de uma presença mais constante e direta do executivo municipal junto de cada freguesia.
Como resultado imediato deste encontro, está previsto que, já nos próximos dias, Paulo Ferreira e a sua equipa iniciem um roteiro de visitas oficiais a todas as freguesias. Estas deslocações, realizadas em parceria com os respetivos autarcas locais, pretendem aferir o estado dos projetos em curso e as realidades específicas de cada território.
Diálogo aberto aos sábados
Uma das principais novidades anunciadas é o lançamento da iniciativa “À conversa com o Presidente”. O projeto, que se estenderá ao longo de todo o mandato, terá lugar aos sábados à tarde, de forma rotativa, pelas 16 freguesias do concelho.
“O objetivo é criar um espaço de diálogo aberto, transparente e construtivo, onde os munícipes possam expor diretamente as suas questões e preocupações”, refere a autarquia em comunicado.
Com este novo modelo de governação aberta, o Executivo de Paços de Ferreira procura eliminar barreiras burocráticas e reforçar o compromisso com um concelho “mais forte, coeso e próximo das pessoas”, apostando na descentralização da escuta ativa como ferramenta de gestão pública.
