Os eleitos pela Coligação Penafiel Quer (PSD/CDS-PP) e pelo movimento independente “Dar as Mãos por Croca” para a Assembleia de Freguesia de Croca demitiram-se em bloco. Depois de várias tentativas infrutífera para serem instalados os órgãos à Assembleia de Freguesia, vão ter que ser realizadas eleições antecipadas.

 

No dia 1 de outubro de 2017, o Partido Socialista venceu as eleições para a Junta de Freguesia de Croca. António Líbano não conquistou a maioria e elegeu quatro elementos. Os outros cinco lugares foram conquistados pela Coligação Penafiel Quer (PSD/CDS-PP) (três) e pelo movimento independente “Dar as Mãos por Croca” (dois).
Após três tentativas infrutíferas para serem escolhidos os dois vogais para o executivo, estava marcada uma quarta reunião, que deveria ter acontecido esta quinta-feira, dia 25 de janeiro, mas que acabou por não acontecer porque os elementos da oposição apresentaram a sua demissão em bloco, deixando assim a freguesia sem condições legais de funcionamento e provocando novo ato eleitoral.
Do lado da oposição, a justificação para a demissão prende-se “com a falta de respeito” que o presidente eleito, António Líbano, tem mostrado para com estes. Os eleitos querem acabar com este impasse, para devolver a estabilidade à freguesia.
Para o Partido Socialista de Penafiel, esta demissão dos eleitos pela Coligação Penafiel Quer e pelo movimento independente “Dar as Mãos por Croca” é “um desrespeito pela vontade dos croquenses”. Estes acusam a oposição de “terrorismo político” e garantem que se apresentarão novamente a eleições, com uma lista a ser liderada por António Líbano, o eleito nas autárquicas do passado dia 1 de outubro.

 

 

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