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Contas de 2025 da autarquia de Paços apresentam “maturidade e rigor da gestão financeira”

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Orçamento histórico ou reprovação? Os Paços do Município são hoje o palco de um braço de ferro político.

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O exercício económico do ano de 2025 do Município de Paços de Ferreira foi aprovado em reunião de Câmara, com os votos contra do PSD, mas segundo o executivo socialista “assume-se como um marco de consolidação do investimento municipal e de rigor financeiro, com um a taxa de execução superior a 80%.”

Segundo a autarquia, liderada pelo socialista Paulo Ferreira, a “gestão reflete o equilíbrio necessário entre a prudência na salvaguarda dos dinheiros públicos e a ambição política de transformar o território”.

Segundo o documento, o exercício pautou-se por um “equilíbrio rigoroso” entre a captação de receita e a realização da despesa, “permitindo ao Município manter a sua capacidade de resposta às necessidades dos munícipes sem comprometer as gerações futuras”.

No que respeita à solidez orçamental, o município apresenta um saldo positivo de 2,9 M€ enquadrado “nos limites legais de endividamento” e “assegurando a sustentabilidade a longo prazo”.

O município refere ainda uma “execução histórica de fundos comunitários – 17,5 M€ – e 38,6 M€ em ativos em curso, com todos os projetos estruturantes devidamente visados pelo Tribunal de Contas. A taxa de execução supera os 80 por cento.

“O Município de Paços de Ferreira encerra 2025 com uma estrutura financeira mais robusta e transparente, plenamente capacitado para continuar a investir no futuro e na qualidade de vida de todos os pacenses”, refere a autarquia, assegurando que as demonstrações financeiras espelham a “realidade económica e financeira do Município, pautada por uma gestão que concilia o rigor das contas com a execução de um ciclo de investimento recorde”.

 

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