Dia 2 de julho, pelas 12 h, estamos exatamente a meio do ano de 2026. Hora após hora, dia após dia, semana após semana…e o “tempo” vai passando. Independentemente do conceito tempo (absoluto ou relativo), o que é certo, é que nos vamos aproximando da nossa finitude física. Uma investigação efetuada pelos professores John Einmahl (da Universidade de Tilburg) e Laurens de Haan (da Universidade Erasmus de Roterdão) apontou que o limite máximo da vida humana estaria próximo dos 115 anos. As mulheres apareceriam com uma leve vantagem, com 115,7 anos, enquanto os homens ficariam nos 114,1 anos.
Afirmam também que, apesar da esperança de vida estar a aumentar, este previsível limite máximo, não se alterou. Obviamente, que não há regra sem exceção e, curiosamente, o recorde do Guiness de longevidade foi atribuído a Jeanne Louise Calment, com os seus 122 anos e 164 dias de vida.
Mas a Vida não se conta meramente pelo seu número, pelo tempo. Na realidade, não é apenas a quantidade de tempo que importa…mas sim a qualidade desse tempo! Quanta Vida colocamos nesse tempo! O tempo nada faz… apenas passa! Nem é o tempo que resolve nada,…como muitas vezes ouvimos dizer “ Com o tempo…passa”! Nada mais falso, a tendência natural, do automatismo humano, é piorar! O foco não está no tempo, mas no que fazemos nesse tempo! A questão é: Que temos feito de forma consciente e planificada do nosso tempo?
Lembramo-nos do que aconteceu há meio ano atrás? Estávamos provavelmente, entusiasmados a comer as “doze passas” na passagem de ano e a mencionar os desejos para 2026! Meio ano passou! Afinal, quanto mais perto estamos daquilo que “desejamos” que acontecesse? Na pior das hipóteses deveríamos estar a meio daquilo que gostaríamos que acontecesse até ao final deste ano! Será que é assim? Ou, na realidade…tudo continua no mínimo igual…ou, talvez pior! Vamos empurrando com a “barriga” as coisas.
Vamos adiando decisões importantes, vamos aguentando “mais meio ano”…vamos suportando Viver! A inércia da mudança é diretamente proporcional à quantidade de passado tóxico que temos! Se nada for de diferente, apenas vamos envelhecer intensificando tudo aquilo que não gostamos em nós e, os outros também não. Mas não desesperemos. Afinal, temos outro tanto tempo para a mudança que desejamos!
Já agora, o que gostaria que ainda acontecesse em 2026?
Para responder a essa questão convém refletir numa outra:
O que tem acontecido em 2026 e queria que não voltasse a acontecer?
Frequentemente, antes de iniciarmos um caminho “positivo” que nos direciona para aquilo que “desejamos”, temos de terminar de fazer o caminho “negativo” que nos afasta. Esta é a questão! Estamos mais entusiasmados a fazer algo “novo” (mesmo sem competências) do que a terminar o comportamento “antigo”, que nos impede de evoluir. Desta forma, qualquer tentativa de mudança dificilmente irá resultar! Apenas se vai sentir mais frustrado e revoltado com tudo e com todos. É quando fica mais fácil fazer-se de vítima e “culpar” os outros por tudo o que nos acontece!
O Coaching como ferramenta de excelência de desenvolvimento e superação pessoal, é a ideal para se permitir confrontar consigo mesmo e:
Identificar quais as suas atitudes/comportamentos (conscientes e inconscientes) tóxicos, resistentes à mudança;
Descobrir qual o seu potencial e competências a desenvolver (Power skills) potenciadoras da mudança.
Através da Prática do Coaching, é possível que os próximos 182,5 dias sejam diferentes. Que esteja efetivamente direcionado, com entusiasmo, compromisso e foco, a fazer acontecer aquilo que “desejou” no início do ano. Afinal, que tem a perder?
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